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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Mais que amor, dinheiro e fama, dai-me a verdade”

Henry David Thoreau:  foi um autor estadunidense, poeta, naturalista

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Aprovação do VAR (árbitro assistente de vídeo)

Lembrando

O VAR é combinado de câmeras transmissoras para um local disjunto do campo de jogo, no qual, os assistentes de vídeo têm a facilidade de rever os lances

Contudo

É imperioso que se reveja os espaços de sua atuação e ocasiões que o árbitro possa pedir ou ser comunicado através fone de ouvido e aceite pedido para rever o caso

Diz a lei nº 05

O jogo é disputado sob o controle de um árbitro , que tem total autoridade para cumprir as regras do jogo

Assim sendo

Após revisão o árbitro continuará a ter o poder decisório

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Reinicio da Copa do Brasil e Brasileirão – 2018

Segunda Feira 16/07

Oitavas de Final da Copa do Brasil  

Vasco 2 x 0 Bahia

Árbitro: Rafael Traci (PR)

Item técnico

Acertou na marcação da penalidade máxima sofrida por Andrés Rios defensor vascaíno, que, pós-cobrança, gerou o placar de 1 x 0

No todo

Trabalho admissível

Item Disciplinar

Cartões Amarelos: 02 para defensores vascaínos e 06 para defensores baianos, corretamente aplicados, igualmente, quando da aplicação do cartão vermelhos para o vascaíno Andrés Rios, assim como, para com o baiano Léo

Observação

Mesmo derrotada a equipe do EC Bahia obteve classificação para as quartas de final, vez que, na primeira contenda derrotou o Flamengo por 3×0

Rato no campo de jogo

Determinado tempo da disputa Vasco x Bahia, a TV transmissora focalizou enorme rato correndo no gramado; de pronto: lembrei-me dos dirigentes da CBF, federações, clubes, entidades paralelas, seus aliados e protetores, dentre estes: os políticos ladrões e lixos da famigerada bancada da bola

13ª Rodada da Série A do Brasileirão

Quarta Feira 18/07

Corinthians x Botafogo

Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC)

Assistente 01:  Helton Nunes (SC)

Assistente 02: Thiaggo Americano Labes (SC)

Item Técnico

– Interpretou de maneira incorreta por simulação, deixando de marcar a falta cometida por um dos defensores do Botafogo no corintiano Romero, como castigo, o advertiu com cartão amarelo

– Por duas ocasiões arbitro não se entendeu com o assistente 01; vez que: arbitro marcou um fato, assistente sinalizou outro

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos, o recebido por Romeiro foi injusto, conforme conto acima, e, 03 para botafoguenses, corretamente aplicados

Quinta Feira 19/07

Santos x Palmeiras

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (FIFA-PA)

Assistente 01: Helcio Araujo Neves (PA)

Assistente 02: Heronildo S Freitas da Silva (PA)

Item Técnico

Deixou de marcar algumas faltas, cito três delas:

– Lado esquerdo do ataque santista, pouco antes da linha lateral da área grande, cometida por Marcos Rocha defensor palmeirense no oponente Rodrygo

– no palmeirense Lucas Lima, pouco antes da linha de fundo, cometida por um dos oponentes

– Antonio Carlos defensor palmeirense, cometida por Bruno Henrique

Item Disciplinar        

Advertiu com cartão amarelo 06 palmeirenses, dentre estes, para Antonio Carlos por ter reclamado quando da não marcação da falta acima descrita, e, Lucas Lima por comemoração do gol marcado

Observação

Arbitragem pecou e muito por carência de critério

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Política

Outro mundo

Kolinda, a graça de presidente da Croácia, pagou sua viagem para a Copa

Os últimos dias da Copa levaram o mundo inteiro a descobrir a figura política mais interessante que já apareceu no noticiário há muitos e muitos anos. É essa graça de presidente da Croácia, um espetáculo de simpatia, bom humor e exuberância em estado puro que tem o nome muito feliz de Kolinda — e foi torcer pela equipe do seu país nos jogos das quartas de final e final do torneio. Até que enfim. Numa paisagem rudemente castigada, até onde a memória alcança, pelas Merkel, pelas Kirchner ou pelas Thatcher, somos premiados de repente com a visão de uma tremenda bonitona de 50 anos, uma louraça fervendo de alegria e de charme na tribuna de honra, vestida com a camiseta quadriculada em vermelho e branco do seu time. Ali, dançando na torcida, lembrou a todos nós que ainda é possível haver na chefia de um governo alguém que seja, ao mesmo tempo, uma mulher e um ser humano atraente. Para os brasileiros, então, Kolinda Grabar­-Kitarovic foi uma festa. É claro. A nós coube, em matéria de mulher­-presidente, nada menos que Dilma Rousseff — esse fenômeno de antipatia, mau humor e cara feia diante da vida, dada a falar o tempo todo coisas incompreensíveis, ditas com impaciência e um permanente ar de ameaça, sempre irritada, sempre infeliz. Kolinda e Dilma? Nada a ver.

Mas a diferença entre a sorte dos croatas e a dos brasileiros vai muito além. A desvantagem fica feia, mesmo, quando se entra nas comparações de caráter, integridade e postura como servidora pública de cada uma delas. Kolinda foi para a Copa da Rússia pagando todas as despesas do próprio bolso. Viajou junto com a torcida, num voo de baixo custo e num assento comum. Mandou que fossem descontados do seu salário os dias em que esteve fora do local de trabalho. Desceu aos vestiários, depois dos jogos, para se misturar com os jogadores — festejando ao lado deles as quartas de final, consolando a todos na derrota para a França na final. Chega assim? Da soma entre Dilma, Presidência e futebol, o que sobrou, na vida real, é a imagem de uma mulher aterrorizada na final da Copa do Mundo de 2014, em pleno Maracanã — a presidente simplesmente se escondia da torcida, no próprio país, com medo das vaias. (Seu criador, o ex-­pre­sidente Lula, que passou anos a fio vangloriando-se de ser o grande responsável por “trazer a Copa” para o Brasil, não teve coragem de ir a uma única partida durante todo o torneio.) Quanto à soma entre Dilma, Presidência e aviões, a comparação com Kolinda é outro desastre. Nossa ex torrou sabe-se lá quantos milhões de dólares viajando num ritmo alucinado para baixo e para cima por este mundo afora, no jato da Presidência da República, com cada tostão pago integralmente por você. Chegou a desviar a rota do avião oficial numa viagem da Suíça para Cuba porque queria jantar em Lisboa e passar uma noite no Hotel Ritz, onde as diárias podem superar os 25 000 reais. Quer dizer: há simplesmente um abismo entre uma mulher e a outra.

Não se trata de má vontade nem de probleminhas secundários. O que existe realmente aí, quando se quer dizer as coisas como elas são, e não empulhar o público com cantoria ideológica de terceira classe, é a diferença entre duas maneiras de ver o papel da pessoa pública. Uma é honesta — na verdade, é exatamente aquela que o público tem o direito de esperar. A outra é desonesta. Fim de conversa. O estilo Dilma, e de praticamente todos os senhores de engenho que de uma forma ou de outra mandam no Brasil, mostra com muita clareza uma doença clássica do subdesenvolvimento: o descaso arrogante, audacioso e automático que todos eles têm pelo dinheiro público.

Presidentes da República, em especial, são uma prova viva dessa deformação administrativa e moral. Conseguiram, ao longo do tempo, construir em volta de si um monstro chamado “Presidência da República” — hoje com cerca de 20 000 funcionários, aviões, cartões de crédito e um custo anual de 650 milhões de reais, ou maior que o da Casa Real Britânica. Continuam gastando mesmo depois que deixam de ser presidentes — os cinco que estão vivos consomem entre 5 milhões e 6 milhões de reais por ano em pensões, carros, assessores, o diabo. Quando vão para a cadeia, como acontece hoje com Lula, ficam ainda mais caros, pois é preciso pagar a sua manutenção no xadrez; uns 300 000 reais por mês, no caso do ex-­presidente. Lá, por decisão da Justiça, ele mantém todos os seus benefícios — o que gera o prodígio de estar preso e, ao mesmo tempo, ter dois carros com chofer à sua disposição.

Isto aqui é outro mundo.

Autoria do Jornalista J. R. Guzzo – Publicado na edição 2592 da Veja

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Finalizando

“Os homens hão-de aprender que a política não é a moral e que se ocupa apenas do que é oportuno”

Henry David Thoreau: foi um autor estadunidense, poeta, naturalista

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-21/07/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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