Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Trair é abdicar a própria credibilidade

Thiago O. Rodrigues – Pensador

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Injustificável e Vergonhoso abdicar do direito de imagens

Tempos recente Marco Antônio Martins, na condição de presidente da ANAF- Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, fazendo uso de suas atribuições, entrou com ação na justiça do estado do Rio de Janeiro, reivindicando para seus afiliados, os valores financeiros referente ao direito de imagem

Convocados

Os árbitros inscritos no quadro da Comissão de Árbitros da CBF, popularmente conhecida por Casa Bandida do Futebol, foram convocados e compareceram para tomar conhecimento de algumas atualizações

Abdicaram

Dado instante, os árbitros foram clareados a assinarem de “livre e espontânea vontade” documento previamente formatado, tendo como principal: ceder gratuitamente o uso de direito de imagem e voz “ad eternum” e sem poder reclamar futuramente

Conclusão

Estas e outras condutas expõe que os representantes das leis do jogo não podem exigir respeito, vez que: dançam conforme seus interesses

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2ª Rodada da Série A do Brasileirão –  2018

Sábado 21/04

Bahia 1 x 0 Santos

Árbitro: Claudio Francisco Lima E Silva (SE)

Item Técnico

Atuação Cabível

Item Disciplinar

Foi correto nos momentos que advertiu com cartão amarelo 04 defensores do Bahia e 03 santistas

Domingo 22/04

Paraná 0 x 4 Corinthians

Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)

Item Técnico

Poucos erros. Dentre estes: ter corroborado com o assistente Cleberson do Nascimento Leite, no momento que sinalizou inexistente impedimento de um dos defensores da equipe da casa

Item Disciplinar

Advertiu com cartão amarelo 01 dos defensores de cada litigante

Palmeiras 1 x 0 Internacional

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Item Técnico

Corroborou com o erro do assistente 02 Silbert Faria Sisquim (RJ) no minuto que sinalizou impedimento do atleta Leandro Damião da equipe do Internacional, findado, com a redonda no fundo da rede alviverde

Item Disciplinar

Advertiu com cartão 02 defensores do Palmeiras e 02 da equipe rio-grandense-do-sul

Concluindo

A falha do assistente, corroborada pelo árbitro, favoreceu a equipe do Palmeiras

Jogo de ida da Copa do Brasil – 2018

Quarta Feira 25/04

Vitória 0 X 0 Corinthians

Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)

Item Técnico

Atuou corretamente marcando 2 toques no momento que Cassio, goleiro corintiano, segurou a redonda, vinda de recuo do consorte Gabriel

Item Disciplinar

Advertiu corretamente com cartão amarelo 02 defensores da equipe da casa e 02 corintianos

Futuro

Adotando essa toada com paciência, pés no chão, sem elevar sua narina, brevemente, Braulio da Silva Machado colherá o que semeou

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Política

Ataques em série

Intenção é favorecer Lula e esvaziar Moro, ou favorecer todos e esvaziar a Lava Jato?

A Lava Jato enfrenta três ataques frontais: a pressão para revogar a prisão após condenação em segunda instância, a autorização do Supremo para o senador cassado Demóstenes Torres ser candidato em outubro e, agora, a retirada de trechos das delações da Odebrecht da mesa do juiz Sérgio Moro. Aí tem!

São três frentes e três ministros da Segunda Turma do Supremo, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, com um aliado atuante na Primeira Turma, Marco Aurélio Mello, que decidiu matar no peito a prisão em segunda instância.

A nova jogada, envolvendo os trechos sobre o ex-presidente Lula nas delações da Odebrecht, gerou perplexidade e uma única certeza até no próprio Supremo: há uma trama não apenas para favorecer Lula e esvaziar Moro, mas para favorecer os demais peixes graúdos fisgados e esvaziar a própria Lava Jato. Só por isso, Gilmar, Lewandowski e Toffoli teriam mudado o voto dado em outubro de 2017.

A partir dessa certeza, acumulam-se dúvidas sobre qual a amplitude da decisão e quais serão os próximos passos. Um ministro do Supremo chegou a encomendar parecer de auxiliares para tentar desvendar o mistério e não ser surpreendido mais adiante.

Até agora, há esforço para tentar minimizar a decisão da Segunda Turma, alegando que foi uma “mera formalidade” e que Moro continua com os inquéritos do sítio de Atibaia e do Instituto Lula, podendo até pedir o compartilhamento de provas (como as delações da Odebrecht), se julgar necessário.

Não é tão simples. Se fosse, os três ministros não mudariam o voto de poucos meses antes, nem passariam por cima de uma constatação óbvia para juristas e leigos: as delações da Odebrecht tratam didática e diretamente das relações triangulares entre Lula, a empreiteira e a Petrobrás. Logo, são parte inquestionável da Lava Jato, que está sob a jurisdição de Moro.

Isso é tão óbvio quanto a importância da prisão em segunda instância no combate à impunidade. Ou quanto a irrelevância das revisões no STF e no STJ de julgamentos em tribunais regionais – como, aliás, mostrou o ministro Luís Roberto Barroso com números contundentes. Apesar disso, persistem as tentativas de retrocesso no Supremo e também no Congresso.

E o que dizer da decisão de Toffoli, em liminar, e depois da Segunda Turma, em julgamento, autorizando a candidatura de Demóstenes apesar da cassação pelo Senado? Ou melhor, depois de tudo? Uma ironia que se faz em Brasília é que Toffoli não decidiu assim por morrer de amores por Demóstenes, mas talvez por morrer de amores por outro personagem: Lula, que, hoje, está preso em Curitiba e tecnicamente inelegível pela Lei da Ficha Limpa.

Não custa lembrar que, num mesmo dia, a terça-feira passada, Gilmar admitiu de manhã em São Paulo, em tese, a possibilidade de redução da pena de Lula; à tarde, chegou esbaforido ao STF para votar pelo envio das delações da Odebrecht sobre Lula para a Justiça paulista; à noite, foi se encontrar com o presidente Michel Temer no Palácio Jaburu. A ironia, no caso de Gilmar, é que ele não fez tudo isso por amor a Lula nem por algum personagem específico, mas por vários deles. Além de fazer também por rigor na interpretação da lei, que ninguém lhe nega.

Agora, tenta-se adivinhar os próximos movimentos de Toffoli, Lewandowski e Gilmar na Segunda Turma e de Marco Aurélio correndo por fora, mas com o Ministério Público na cola e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, compartilhando a perplexidade geral e as desconfianças que assolam Brasília.

Meio de brincadeira, meio como provocação: a delação de Antonio Palocci também não tem nada a ver com a Lava Jato? E será retirada de Sérgio Moro? Tudo parece possível.

Publicado no Estadão do dia 27/04/2018 – Jornalista: Eliane Cantahêde

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STF enterrando a Lava Jato

Na tarde deste 24/04/2018, os desacreditados ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, contumazes defensores dos políticos assaltantes do erário público, desafiaram a maioria do povo honesto e trabalhador, igualmente, seus familiares e aposentados que labutaram por muitos e muitos anos nos vários setores da vida do nosso sofrido e corrompido Brasil, brasileiro; vez que:

Na cara dura, decidiram tirar das mãos do Juiz Sergio Moro e, enviar para a Justiça Federal de São Paulo os trechos da delação da Odebrecht que tratam do sítio em Atibaia (SP) atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) e também sobre a compra de um terreno pela empreiteira para sediar o Instituto Lula

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Finalizando

Num estado democrático existem duas classes de políticos: Os suspeitos de corrupção e os corruptos

David Zac – Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP – 28/04/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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