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Corinthians provisionou quantia em balanço prevendo calote de patrocinadores

Nos últimos anos, mesmo conquistando quase todos os campeonatos que disputou, o Corinthians, certamente a marca mais relevante do futebol brasileiro, segue sem despertar interesse de patrocinadores importantes.

Por conta disso, o departamento de marketing alvinegro, em clara demonstração de ineficiência, passou a aceitar “qualquer coisa”, mesmo que a fonte de recursos fosse nitidamente duvidosa.

O resultado não poderia ser diferente do ocorrido, ou seja, o calote.

Segundo o balanço alvinegro, o clube precisou provisionar (separar dinheiro) para cobrir o rombo deixado por duas destas empresas: Apollo Sports (que assinou contrato de R$ 43 milhões em 15/08/2016, com vigência até setembro de 2019) e AMC Assessoria (com vínculo firmado em dezembro de 2015 até dezembro de 2018, neste caso, sem exposição de valores).

Ou seja, além de faturar pouco e colocar na camisa do Corinthians marcas absolutamente irrelevantes, a diretoria alardeou publicamente um faturamento que jamais deu entrada nos caixas alvinegros.

Há casos, como o da “Apito Promocional” (exposto em balanço anterior), que ninguém no Parque São Jorge consegue, em ação de cobrança, dizer quem é o dono ou até mesmo indicar um único endereço da ‘parceira” no processo.

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