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Retorno de Caio Campos ao Corinthians, na pasta de Rosenberg, é uma afronta ao clube

Andres Sanches e Luis Paulo Rosenberg em confraternização da SPR – julho de 2017

Herança da gestão Dualib, em que assessorava a neta Carla no departamento de marketing do Corinthians – que tinha um diretor, o médico Jorge Kalil, segundo o próprio (flagrado em escutas da PF) como mero “laranja”, o publicitário Caio Campos, por conta de afinidade notória de princípios, logo tornou-se braço direito de Luis Paulo Rosenberg na primeira passagem de Andres Sanches na presidência do Corinthians.

Esse “seleto” grupo pintou, bordou e enriqueceu no Parque São Jorge.

Campos e Rosenberg transformaram uma empresa “fundo de quintal” no bairro do Brás, a Poá Têxtil, em SPR, única autorizada a fabricar produtos “paralelos” do Corinthians- tratados como populares, além de responsabilizarem-se, também, pela gestão de franquias das lojas “Poderoso Timão”, a quem canibalizaram, nos últimos anos.

Diversos são os relatos de lojistas sobre falcatruas, entres as quais entregarem produtos com Notas Fiscais de empresas “laranjas”, evitando, assim, pagamento de royalties (aproximadamente 7%) ao clube ou, simplesmente, a parada súbita de fornecimento com objetivo de estrangular financeiramente os principais pontos que seriam, em sequencia, absorvidos pelos franqueadores.

A vítima mais famosa, que ainda resiste de portas abertas, é a “Poderoso Timão” ao lado do portão principal do Parque São Jorge.

Assim que Roberto Andrade assumiu a presidência do Corinthians, desafeto que é de Rosenberg, Caio Campos foi afastado do clube, e, sem o menor constrangimento, assumiu-se CEO da SPR, que teria como sócios ocultos, além do atual diretor de marketing alvinegro, seu ídolo, o presidente Andres Sanches.

Não por acaso, o grupo adquiriu a marca “Kappa”, que tem, além dos citados na jogada, o envolvimento do deplorável ex-jornalista Olivério Junior (foi ele o responsável por colocá-la na camisa da Ponte Preta, substituindo a “PULSE”, que também era ligada a essa gente), empresário de jogadores e, nas horas vagas, assessor de todos, desde Kia Joorabchian até o dono da Kalunga, Paulo Garcia.

O retorno desse grupo ao marketing alvinegro, mais do que afronta ao clube, é desrespeitoso com os diversos parceiros comerciais iludidos pelo sonho de ter uma “loja do Corinthians”, transformado em pesadelo pelas razões elencadas na matéria.

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