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Abel: do São Paulo para a cadeia por tráfico de drogas

Abelardo Santos Santana, o Abel, ainda muito garoto, foi tirado das categorias de base do São Paulo, onde treinava com a geração de Kaká, Julio Baptista, Kleber Gladiador, etc, e lavado ao Japão, para jogar no Kashiwa Reysol.

Retornou da Ásia, sem clube, após gastar seus R$ 25 mil mensais de salários na esbórnia.

Estava viciado e entrou em depressão, abandonando o futebol.

Daí para o mundo do tráfico de drogas foi um pulo.

Antes abandonado pelo mundo da bola, passou a ser procurado, segundo fontes, por quem jogava, mas também cheirava, garantindo o sustento.

A farra acabou em 2016.

Abelardo foi preso com diversos papelotes de cocaína e maconha, além de projéteis de arma de fogo, sendo condenado a seis anos, nove meses e 20 dias de prisão, inicialmente em regime fechado.

Em 2017, tentou revisão judicial, alegando ser apenas usuário, mas perdeu.

Triste retrato de um ambiente permissivo em que muitas vezes um jovem atleta atinge objetivos antes de estar preparado, em todos os sentidos, para conduzir a própria experiência de vida, muitas vezes fomentado por “amigos” que lucram com a aproximação, mas, ao primeiro sinal de problemas, somem sem deixar rastro ou qualquer iniciativa de ajuda.

E tempos de Copa São Paulo de Juniores, que mais parece um Shopping Center de empresários com mercadoria de qualidade duvidosa, quantos “Abelardos” mais não surgirão, com muitas destas histórias sequer chegando ao conhecimento público, algumas abafadas por quem prefere apenas glamourizar, por conta de negócio, a profissão.

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