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Goleiro que o Corinthians contratou para agradar empresário abandona a carreira para virar empreiteiro

Em 2010, o treinador Mano Menezes, pouco antes de seu empresário, Carlos Leite, empurrar o goleiro Renan para o Corinthians, convocou-o para a Seleção Brasileira, facilitando assim não apenas a justificativa dos cartolas alvinegros para a aquisição, como os valores inseridos no negócio.

O clube vivia o auge do “Taxinhoduto”, que elevou o deputado federal Andres Sanches (apelidado “Taxinha” por agentes de futebol), antes “laranja” de seus familiares em empresas de fachada, a milionário de dinheiro com origem sabida, mas incomprovável.

R$ 5 milhões foram pagos ao Avaí, à época sob controle do traficante “Padrinho”, que foram devidamente rateados entre os partícipes do “esquema”.

Carlos Leite recebeu R$ 500 mil.

Após cinco anos de contrato (terminou em 2016), o Corinthians, entre aquisição e salários, gastou cerca de R$ 15 milhões no negócio, por um atleta que vestiu a camisa do Timão em apenas três oportunidades.

Na última semana, aos 27 anos, Renan decidiu, por conta da evidente inabilidade futebolística (não joga futebol desde que encerrou o vínculo com o Timão), encerrar a carreira e tornar-se empreiteiro de obras, associando-se a uma empresa do setor, em Santa Catarina.

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