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Santos livra-se do ruim, mas cai nas mãos de Orlando Rollo

Orlando Rollo

Numa eleição marcada por fraudes diversas, o Santos Futebol Clube deveria comemorar a vitória do empresário José Carlos Peres sobre Modesto Roma Junior/Marcelo Teixeira, mas, infelizmente, não há razão para tal.

O vice da chapa, o policial Orlando Rollo, de sobrenome poucas vezes tão adequado, tem currículo pra lá de suspeito.

No Santos já foi acusado de várias manobras, algumas envolvendo falsificação de carteirinhas, porém, na vida privada/profissional, a situação é ainda pior.

Rollo foi investigado, na corregedoria, por supostamente possuir ligação com o crime organizado, com funções diversas, entre as quais garantir alguns fornecimentos às facções “organizadas” que travestem-se de torcedores.

Muitos dos seus problemas foram engavetados por fazer parte de loja maçônica, assim como garantiu cargo de vice-presidente da FPF, tempos atrás, pelo mesmo motivo, local em que beijava, fervorosamente, as higiênicas mão de Marco Polo Del Nero e José Maria Marin.

Ao livrar-se de Modesto Roma, o Peixe retirou do poder velhos hábitos de cartolagem que devem realmente ficar de fora da vida esportiva, porém, a escolha de Peres, que será submisso ao vice enrollado, poderá colocar o clube noutros cadernos de jornais que não os esportivos.

Del Nero, Orlando Rollo e Marin

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