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Balancete do Fluminense escancara previsível caos da gestão Mario Bittencourt

Mario Bittencourt

Nas últimas eleições, ao aceitar ser dirigido pelo agente de jogadores Mario Bittencourt, o Fluminense selou seu destino.

Os próximos anos servirão para muita gente se dar bem às custas do clube.

Ontem, foi divulgado o balancete do terceiro trimestre, englobando a nova gestão, que, durante o pleito havia prometido reduzir as despesas.

Na verdade, as ampliaram.

Destacamos alguns números, absolutamente esclarecedores.

No item ‘despesa de pessoal’, nos dois primeiros trimestres, sob gestão de Abad, o Flu gastou, respectivamente, R$ 2,9 milhões e R$ 4 milhões.

Com Bittencourt na presidência, no último período, foram gastos R$ 4,1 milhão.

Mas não para por ai:

Em gastos com ‘jogos e competições’, 1º e 2º trimestre apresentaram R$ 2,8 milhões e R$ 5 milhões, enquanto o atual presidente gastou R$ 7,1 milhões.

O passivo geral passou de R$ 664,5 milhões, em junho de 2018, para R$ 758,3 milhões.

R$ 16 milhões foram pagados apenas em juros da dívida.

Poderíamos, mas não faremos, tomar o tempo do leitor com os demais itens do balancete, mas basta dizer que assemelham-se aos apresentados em destaque, nessa matéria.

O Fluminense de Bittencourt, Ganso e demais espertalhões está em coma e, quando acordar, poderá se ver na segunda-divisão, com poucas chances de recuperação.

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