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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Enfrentar preconceitos é o preço que se paga por ser diferente”

Luiz Gasparetto – é um psicólogo de formação, médium psicopictográfico, escritor e locutor brasileiro.

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Arriscado

Tomando por base o comportar da maioria dos árbitros de minha época, vez que poucos e contados nos dedos de uma mão admitiam seu atos com autocritica e independência; expresso minhas duvidas quanto à escala do árbitro militante para exercer a atividade árbitro de vídeo, função que tem como principal, avalizar ou reprovar seu consorte quando de duvida nos lances de faltas e impedimento ocorridos dentro e próximo da grande e pequena área, assim como, nos momentos de advertência com cartão amarelo ou vermelho

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26ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2017

Sábado 30/09

Palmeiras 0 x 1 Santos

Árbitro: Marcelo Aparecido R de Souza (SP)

Itens Técnico/Item Disciplinar

Aceitável

Domingo 01/10

Cruzeiro 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Assistente 01: Bruno Boschilia (FIFA-PR)

Assistente 02: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)

Item Técnico

Acertou:

– por ter corroborado com o assistente Bruno Boschilia, no tempo que apontou a posição de impedimento do corintiano Kazim, no lance findado com a bola no fundo da rede da equipe mineira

– igualmente, quando marcou a penalidade máxima favorável ao Corinthians, no instante que o defensor cruzeirense Murilo fez o movimento com o braço objetivando e conseguindo desviar a trajetória da redonda; fato que, pós-cobrança, resultou no gol de empate

Errou

Por ter adotado a sinalização do assistente Victor Hugo Imazu dos Santos, quando da difícil marcação na posição de impedimento do atleta corintiano Balbuena, no lance findado com a bola no fundo da rede da equipe cruzeirense

Em tempo

Entendo que não podemos tecer criticas agudas ao assistente; vez que:

– No ato, via TV, sou convicto que tanto quanto eu, maioria dos comentaristas de arbitragem e espectadores passamos batido quanto à posição legal do corintiano; fato elucidado após replay

Item Disciplinar

Advertiu e corretamente com cartão amarelo 03 defensores do Cruzeiro e 04 corintianos,

Cochilou

Por não ter dado cartão vermelho no minuto que deixou passar batido o desatino proferido por Fagner, defensor corintiano

Politica

A parábola do réu pródigo

‘Não vai ser fácil Lula candidatar-se em eleição na qual pesquisa o aponta como favorito’

Quem é Luiz Inácio Lula da Silva? O herói que deu acesso às linhas aéreas e ao ensino superior aos pobres e por isso conta com o apoio de pelo menos 35% dos eleitores, o dobro da preferência atribuída aos dois principais adversários, de acordo com a pesquisa Datafolha – o oficial da reserva que conta com a nostalgia da ditadura militar e a militante ambiental? O bandido que já deveria ter sido preso, na opinião de 54% dos mesmos entrevistados? Ou seria os dois em um? Talvez fosse ainda o caso de acrescentar mais uma quarta opção: todas as hipóteses anteriores.

Os fatos falam por si. Em dois mandatos de quatro anos cada, o ex-líder sindical virou dono do Partido dos Trabalhadores (PT) e “messias” das esperanças salvacionistas da esquerda e de grande parcela da população, porque amealhou um prestígio avassalador. Este lhe garantiu eleição, reeleição após ter sido flagrado com a mão na botija no escândalo do mensalão e metade do mérito pela vitória da “poste”, que impôs aos companheiros petistas, eleita com a mãozinha nada desprezível do PMDB de Michel Temer e reeleita pela lei da inércia e pelo sucesso da repetição da parceria. A estratégia sensata de não se opor às conquistas dos antecessores que se lhe opunham, para depois construir sua própria fortuna, no maior assalto ao conjunto dos cofres da República, reservou-lhe o lugar mais alto no pódio dos heróis. Ainda hoje, apesar de tudo o que já se descobriu sobre ele, Lula exibe a mais bem-sucedida trajetória pessoal de uma política fragmentária e cruel como o é a nossa. Isso é suficiente para lhe garantir o apoio incondicional de um terço do eleitorado nacional, que nada cobra dele.

Muitas razões mais têm os 54% que disseram aos pesquisadores que os abordaram que o que foi descoberto de sua longa e profícua atividade fora da lei pelos policiais federais e procuradores da Operação Lava Jato já dá motivos suficientes para que o titular da operação, o juiz federal Sergio Moro, o condene a uma cela no inferno prisional brasileiro.

Lula protagoniza a parábola do réu pródigo. No âmbito da Lava Jato, foi condenado em primeira instância a nove anos e meio de prisão, acusado de ter recebido uma cobertura triplex no Guarujá como propina da Construtora OAS, por serviços que lhe prestou no governo. Na mesma operação responde a acusações do Ministério Público Federal de ter recebido da Odebrecht o apartamento vizinho ao dele em São Bernardo e um terreno, no qual teria pretendido construir a sede do Instituto Lula. Na Justiça Federal de Brasília é acusado em processos penais que dizem respeito a tráfico de influência, negócios em Angola e obstrução de Justiça. É uma incrível via-crúcis com várias estações do Código Penal.

Ilícitos penais à parte, revelações vindas à tona ao longo desse percurso, que sua defesa chama de perseguição política, desnudaram atitudes nada condizentes com seu ícone de mártir popular. Apelidado de “amigo” de Emílio Odebrecht nas planilhas do departamento de propinas da empreiteira, teve o dissabor de ser acusado por este de ter comprado dele greves de interesse da empresa no Recôncavo Baiano. Assim como antes havia sido apontado como informante das lutas sindicais ao então diretor do Dops, Romeu Tuma, pelo filho homônimo deste no livro Assassinato de Reputações (Topbooks, Rio, 2013), nunca contestado por Lula, algum advogado ou aliado dele. No livro O que Sei de Lula (Topbooks, Rio, 2011), narrei um encontro no qual ele relatou particularidades do movimento sindical a um agente do Serviço Nacional de Informações (SNI), em plena ditadura militar, que ele ajudou a derrubar ao desafiar a legislação trabalhista com as greves que liderava no ABC.

A tentativa de transferir delitos de que é acusado para sua mulher, mãe de seus filhos e avó de seus netos, Marisa Letícia, morta, revelou o hábito de manifestar esse laivo machista e covarde de seu caráter.

A carta de seu ex-lugar-tenente Antônio Palocci, que foi ministro da Fazenda em seu governo e chefe da Casa Civil na (indi)gestão de Dilma Rousseff, contém detalhes malfazejos desse caráter cheio de jaça. Pouco importa que o missivista esteja longe de ser um santo, como demonstrou o sórdido episódio da desqualificação do caseiro Francenildo dos Santos Costa, que testemunhou contra ele no escândalo de certa mansão em Brasília. Os crimes de que é acusado o ex-prefeito de Ribeirão Preto foram cometidos sob a égide de Lula.

Outro episódio que expõe à luz solar sua contumácia em mentir com cinismo é o dos recibos entregues por sua defesa para “comprovar” que Marisa – sempre ela! – pagou religiosamente os aluguéis de um apartamento que o casal ocupa ao lado da própria moradia a um incerto Glaucos da Costa Marques, que aparece como Pilatos no Credo. Ou como o J. Pinto Fernandes, súbito personagem do poema Quadrilha (que não se perca pelo título apropriado para o caso), de Carlos Drummond de Andrade.

Seu discípulo na arte de tergiversar, o dr. Zanin Martins apareceu com recibos que nada comprovam, pois transações comerciais rotineiras não são atestadas por eles, mas por movimentação bancária fiscalizada pelo Banco Central. E ainda reinventou o calendário gregoriano, datando dois em inexistentes 31 de junho e 31 de novembro. Os papéis inúteis poderão provocar o vexame de revelar mais uma farsa típica de Lula se a perícia da Polícia Federal atestar em laudo que foram assinados no mesmo dia.

O mito do teflon de Lula, que evita lama em seu ícone, é ajudado por pesquisas como a última em que ele surgiu como adversário do juiz que o condenou, Sergio Moro. Qualquer brasileiro com QI superior a 30 sabe que não lhe será fácil obter daqui a um ano atestado de ficha limpa e que o julgador em parte de seus processos penais não deixará a carreira para se candidatar a nenhum posto na política. Trata-se do mesmo material de ilusões de que é feita sua fama de intocável.

Publicado no Estadão do dia 03/10/2017. Criador: José Nêumanne – Jornalista, poeta e escritor

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Traidores e trapaceiros

Foram os 223 deputados de todos os partidos que votaram e aprovaram que se retire R$ 2 bilhões dos cofres públicos para o financiamento de suas campanhas a reeleição; fato que lhes afiançara o continuar de suas falcatruas, vez que: permanecerão inseridos no inadmissível e pernicioso fórum privilegiado

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Finalizando

“Cria corvos e eles te arrancarão os olhos”

Proverbio Latino

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-07/10/2017

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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