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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Mentira é coisa de gente covarde. Quem tem coragem fala a verdade doa a quem doer”

Origem desconhecida

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Benevolência

Os integrantes da CA-FPF, conduzidos por Domingos Roberto Domingues, selecionaram o nome dos árbitros que participaram do “sorteamento” referente à primeira das duas partidas que apontarão o Campeão da Série A1 do Paulistão 2017, tendo como litigantes:

Ponte Preta x Corinthians no domingo 30/04 e Corinthians x Ponte Preta no domingo 07/05

Recompensado

Por suas continuas e péssimas atuações, uma delas, comentadas logo abaixo, Rafael Claus foi um dos optados

Esfera

Revolvida, portinhola aberta, bolinha com nome Rafael Claus se adiantou, caiu no tabuleiro reafirmando que o mesmo será o intercessor das leis do jogo no próximo domingo

Partidas de volta referentes a semifinais do Paulistão 2917

Sábado 22/04

Palmeiras 1 x 0 Ponte Preta

Árbitro: Raphael Claus

Assistente 01: Bruno Salgado Rizo

Assistente 02: Luiz Alberto Andrini Nogueira

Item Técnico

Estando de frente pros fatos o assoprador de apito deixou de marcar duas penalidades máximas favoráveis à equipe alviverde:

– uma cometida por Fernando Bob em cima do Jean; outra, no instante que Dudu foi tocado por um dos defensores da Ponte Preta, salvo erro, de nome Lins

Ressalto

Partindo do principio que 95% das cobranças de penalidades se transformam em gol, sou convencido que Rafael Claus influiu no resultado do tempo normal da disputa, assim como, na possibilidade da classificação do Palmeiras, vez que, a decisão para conhecer a equipe classificada seria por penalidades máximas

Assistentes

– Observei vacilo do assistente 01 quando de escanteio favorável ao Palmeiras, entendido por ele como tiro de meta

– Intuí correta a indicação do assistente 02 referente à posição de impedimento do Palmeirense Dudu no instante que recebeu a redonda para manda-la pro fundo da rede

Domingo 23/04

Corinthians 1 x 1 São Paulo

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Assistente 01: Alex Ang Ribeiro

Assistente 02: Herman Brumel Vani

Item Técnico

Em minha opinião, o gol da equipe corintiana foi irregularmente autenticado; explico:

– antes de cruzar a redonda pro interior da área são-paulina, Jadson olhou e golpeou a redonda na direção do seu consorte Jô, que estava na posição de impedimento,

– na descida o são-paulino Pratto subiu não conseguindo cabeceá-la, se muito, a redonda resvalou em seu cabelo, este possível resvalo não configurou outro lance, através vídeo, observei que a redonda livremente seguiu seu trajeto, chegou ao Jô que a mandou pro fundo da rede,

Em Tempo

O assistente 01 ficou parado, demonstração que não tinha convicção do cabeceio do são-paulino, de imediato, árbitro se aproximou, trocaram palavras e gol legalizado pelo principal representante das leis do jogo

Item Disciplinar

Foi conivente em varias situações, com isso deixou de advertir o corintiano Romero, por simulação e expulsar o são paulino Wesley por jogo grave

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Politica

Lei desacreditada é lei inútil

Goste ou não o PT, a reforma trabalhista é vital para recuperar a economia e os empregos

Os obstáculos superados pelo governo para aprovar a lei que libera a terceirização antecipam as barreiras asnáticas e ideológicas que dificultarão a reforma trabalhista. Aos opositores da modernização pouco importa que 13,5 milhões de cidadãos se encontrem desempregados e outros tantos sobrevivam com ocupações temporárias e do comércio ambulante. A crise é tão profunda que o trabalho por conta própria deixou de ser opção. Em 2016 o Brasil perdeu 1,4 milhão de autônomos, assim chamados todos os que ganham a vida como pessoa física.

A Lei n.º 13.429/17 demonstra como a falta de objetividade gera consequências negativas. Basta observar que o contrato civil de prestação de serviços, vulgarmente denominado terceirização, foi incorporado à Lei n.º 6.019/74, que disciplina o trabalho temporário. A trintenária discussão cingia-se à diferença entre atividade-fim e atividade-meio, causada pela má redação do inciso III da Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (pela qual fui, também, responsável). A rigor, bastaria um único artigo de lei que reconhecesse a terceirização de serviços como negócio legitimo, independentemente da natureza e da finalidade. Em outras palavras, o velho problema resolver-se-ia corrigindo o inciso III.

A prestação de serviço é apenas uma das modalidades de contratos disciplinados pelo Código Civil. O artigo 594 é límpido e incisivo: “Toda espécie de serviço ou trabalho lícito, material ou imaterial, pode ser contratada mediante retribuição”. Os requisitos para organização de empresa encontram-se na legislação civil ou comum. Não concernem à legislação trabalhista. O avanço trazido pela Lei n.º 13.429/17 destina-se a afastar a insegurança jurídica provocada pela funesta separação entre atividade-fim e atividade-meio, criada pela Justiça do Trabalho, mas ignorada na legislação empresarial e jamais esclarecida pela jurisprudência.

Os contratantes de serviços terceirizados não devem, porém, sentir-se à vontade e protegidos contra riscos e ciladas. Rigorosas cautelas devem ser adotadas para evitar que trabalhadores terceirizados sejam postos em regime de subordinação e dependência direta, que possa caracterizar relação de emprego. Lembrem-se das dolorosas experiências com as cooperativas de trabalho.

A lei da terceirização é um alento, mas não basta para afastar o fenômeno do passivo oculto, pesadelo de todos os empregadores, sejam empresas, associações, entidades culturais, profissionais liberais ou instituições beneficentes. Cada empregado traz na mochila alguma pretensão ignorada e futura, que o estimula a ajuizar ação trabalhista sem riscos, sem custos, sem motivos. A quitação, passada após a extinção do contrato de trabalho de conformidade com as exigências legais, valerá ou não, segundo a opinião do juiz da causa.

O panorama de total insegurança jurídica tornou-se motor do desemprego. A globalização, a invasão de produtos chineses, a informatização e o excedente mundial de população contribuem para o incessante aumento da quantidade de trabalhadores excluídos do mercado no Brasil e no mundo, mas são fatores independentes do nosso controle e vontade. Resta-nos cuidar daquilo que se encaixa dentro do nosso raio de ação, e aqui se inserem a legislação do trabalho, a estrutura sindical e o processo judiciário do trabalho.

Para conferir atualidade à legislação trabalhista é impossível contar com a colaboração do Partido dos Trabalhadores (PT) e das legendas que lhe dão suporte, como o PDT, o PC do B e o PSOL. Atraso, interesses obscuros e rancor ideológico são empecilhos à aceitação da verdade. Recente passagem pela Comissão Especial da Reforma Trabalhista da Câmara dos Deputados, onde participei de debates sobre essa necessária mudança, revelou-me que parlamentares da oposição petista insistem em ignorar fatos corriqueiros e exibem mentes impermeabilizadas. Causou-me decepção observar como deputados, advogados e dirigentes sindicais podem ser indiferentes aos problemas que contaminam as relações individuais e coletivas de trabalho, para recusarem a criação de novos instrumentos destinados à conciliação de interesses divergentes, sem a intervenção obrigatória, onerosa e morosa do Poder Judiciário. Simples questão sobre a validade das negociações, resolvida pela Constituição no seu artigo 7.º, deu ensejo a intervenções coléricas e intermináveis. O mesmo ocorreu no debate sobre a existência de 19 mil sindicatos, mantidos, na maioria, pelo imposto sindical.

Em março de 1985, antes da data marcada para a posse de Tancredo Neves na Presidência da República, Jair Meneguelli, presidente da CUT e fundador do PT, já lhe declarava guerra. Quando José Sarney, em meio a grave crise, convidou as centrais e as confederações de trabalhadores para discutirem medidas de combate à inflação e ao desemprego, a CUT e o PT fugiram ao diálogo. Os esforços desenvolvidos em 1985 e 1986 no sentido da celebração de pacto social foram minados pelos dirigentes da central sindical e do partido, responsáveis pela deflagração de milhares de greves.

O presidente Michel Temer não deve esperar conduta responsável dos petistas. Deles virão acusações e discursos palanqueiros, como alguns que ouvi na Câmara dos Deputados. Para o PT e aliados, a corrupção, a recessão, o endividamento do Estado, o declínio da indústria, do comércio, dos transportes, do crédito e o pesadelo vivido por 25 milhões de desempregados e subempregados não devem ser debitados aos 13 anos de governo petista.

Lei desacreditada é lei inútil. O capital, por sua vez, é móvel e covarde. Não permanece onde é maltratado. Goste ou não o PT, a reforma trabalhista será vital para a rápida recuperação da economia e geração de empregos.

Publicado no Estadão do dia 26 de Abril de 2017 – Autor: Almir Pazziano Pinto – Advogado, foi ministro do Trabalho e presidente do Tribunal Superior do Trabalho

Finalizando

“O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vicio e a necessidade”

Voltarie – foi um escritor, ensaísta e filósofo iluminista francês

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-29/04/2017

Ouça abaixo os programas “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foram ao ar pela rádio Rock n’ Gol

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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