Os sindicatos e a greve geral

O Brasil enfrentará, nas próximas horas, o dissabor de um Greve Geral, que promete dificultar a vida daqueles que pretendem manter a rotina habitual de trabalho.

Se é justo, e legal (previsto em Lei) que descontentes com o Governo se manifestem, espontaneamente, é absolutamente imoral o procedimento dos sindicatos, que pagarão diárias (com direito a lanches – desta feita sem mortadela, por conta de problemas jurídicos com habituais fornecedores) para profissionais da baderna aprontarem o diabo nas principais capitais.

Estes sindicalistas, que deveriam ser representantes de classes trabalhadoras, nelas, em regra, se escoram para praticar os mais abomináveis atos de pilantragem.

O protesto deles, e não do povo, remete ao desespero após recente aprovação do fim da obrigatoriedade da contribuição sindical (agora só paga quem quiser), verdadeira carta de alforria a quem recebia indevido desfalque no bolso, mesmo em contrariedade aos hábitos dessa gente.

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