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Os sindicatos e a greve geral

O Brasil enfrentará, nas próximas horas, o dissabor de um Greve Geral, que promete dificultar a vida daqueles que pretendem manter a rotina habitual de trabalho.

Se é justo, e legal (previsto em Lei) que descontentes com o Governo se manifestem, espontaneamente, é absolutamente imoral o procedimento dos sindicatos, que pagarão diárias (com direito a lanches – desta feita sem mortadela, por conta de problemas jurídicos com habituais fornecedores) para profissionais da baderna aprontarem o diabo nas principais capitais.

Estes sindicalistas, que deveriam ser representantes de classes trabalhadoras, nelas, em regra, se escoram para praticar os mais abomináveis atos de pilantragem.

O protesto deles, e não do povo, remete ao desespero após recente aprovação do fim da obrigatoriedade da contribuição sindical (agora só paga quem quiser), verdadeira carta de alforria a quem recebia indevido desfalque no bolso, mesmo em contrariedade aos hábitos dessa gente.

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11 Respostas to “Os sindicatos e a greve geral”

  1. tavares41 Says:

    Sem os Sindicatos o povo fica mais fraco!!!!!!!

  2. Renato Maia Says:

    O maior sintoma de podridão do mundo sindical no Brasil é a existência de um sindicato dos trabalhadores de sindicato. Se tudo correr a contento em breve teremos o fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Não sendo obrigatória, pouquíssimos irão contribuir, o que sufocará esses pelegos de empreiteiras. Não vai sobrar nem o toco da mortadela pra essa gente.

  3. Alan Cézar (@EUABSOLUTIS) Says:

    O direito à greve não se sobrepõe ao direito de ir e vir, portanto, façam greve, mas não impeçam quem quer que seja de livremente fazer o que deseja.

    Se sindicato fosse sério, seus dirigentes só poderiam ter um mandato de no máximo 4 anos, sem poder voltar a ocupar cargo algum no sindicato.

    Se existir sindicato sério, a não obrigatoriedade de pagamento de um dia ao ano, será comemorada, pois os sérios sabem com arrecadar sem obrigar.

    Felizmente a obrigatoriedade do tal imposto sindical está indo embora.

    Quer ter sindicalizados? Vá “buscar” e convencer, se não tem capacidade para tal, feche o sindicato.

    A pelegaida está desesperada, só conseguem fazer greve quando fazem bloqueio$ de vias diversas ou quando con$eguem ade$ão do pe$$oal do transporte público, pois sem ele, pouca coisa funciona. A tentativa de greve que, não foi convocada por conta do que está ocorrendo no país, mas para tentar colocar alguns antigos pelegos como mártires, como sempre está sendo um fracasso.

    O povo está alerta para os e$perto$ de diver$o$ $eguimento$!!!!

  4. MARCIO WILK (@MARCIOWILK1) Says:

    Pulinho…Tu estás satisfeito com o atual governo? Responda SIM ou NÃO, por favor!

    Paulinho: Não

  5. Fernando Buss (@frnnd_b) Says:

    Paulinho, tenho divergências ideológicas contigo, mas respeito seu trabalho, privilegiando-o com a leitura diária de quase todos seus posts a alguns anos.
    Lamento que sua indignação a muitos sindicalistas trapaceiros ou pelegos incida num viés que desqualifique a luta que os trabalhadores brasileiros travaram nesse dia 28.
    É fato que muitas instituições sindicais precisam estar mais próximas aos trabalhadores e deixem de ser um instrumento aparelhado e burocrático.
    Porém, tentar induzir ou desqualificar a ação dos trabalhadores que foram as ruas hoje por conta destes desvios morais, é no mínimo leviano.
    Quanto ao fechamento de rodovias, terminais, me parece que deixou muitos indignidades, ferindo o “direito de ir e vir”. Lembro que esse mesmo direito é ferido diariamente com as péssimas condições que os trabalhadores enfrentam no deslocamento a seus locais de trabalho. As praças de pedágio são outro impedimento legalizado do direito de ir e vir.
    Se fôssemos consequentes naquilo que acreditamos, estaríamos num processo revolucionário. Ou tu achas que devemos aceitar calados os duros ataques aos direitos trabalhistas, de aposentadoria ou outros direitos básicos como saúde e educação?
    Para a indignação contra corrupção, lembremos que o governo que busca impor essas duras reformas está envolto num grande escândalo de desvios de dinheiro público, que remontam a governos anteriores. O porque do silencio nesse momento?

  6. Nelson Coutinho Says:

    Um dia de salário por um ano não vai fazer uma diferença tão significativa assim. É mais uma desculpa e a intenção é tirar força dos sindicatos. Reclamam dos sindicatos mas não reclamam o que os sindicatos conseguem. Os sindicatos cumprem seu papel e sem a força deles os empregados vão se fuder.

  7. Nelson Coutinho Says:

    O pagamento do imposto sindical pode ser recusado pelo funcionario bastando comunicação nesse sentido.

  8. Nelson Coutinho Says:

    E se o imposto acabar , basta colocar no dissidio coletivo essa cobrança.Todos terão que pagar.Os que sofrerão mais serão os menos sindicalizados pois terão menos força em negociação.

  9. Nelson Coutinho Says:

    E para acabar : o Brasil vive uma situação esquisita em que pessoas são contra a luta pelos seus direitos como força ao sindicatos, contra lei de abuso de autoridade… Parece que emburreceram.

  10. Renato (@galenoeu) Says:

    Nelson Coutinho falou, falou, falou e não disse o básico:

    O trabalhador não é criança para ter uma babá. Não precisa de um sindicalista picareta para dizer que vai cuidar dele.

  11. Alan Cézar (@EUABSOLUTIS) Says:

    Renato (@galenoeu) Says:
    abril 30, 2017 às 10:46 pm

    Esse pessoal adora que o Estado controle de diversas formas.

    O trabalhador precisa aprender a caminhar sozinho, sem tutores, sem sugadores dos seus recursos.

    No dia que esses defensores de pelegos, empregarem alguém, e sentirem o quanto a empresa e trabalhador bancam o governo, eles mudarão de discurso.

    Quer seu sindicalizado? Vá buscar, vá convencer, vá mostrar para o trabalhador que são úteis para ele, só assim veremos se são bons e verdadeiros.

    O art 8º inciso 5º da CF tem que servir, para qualquer tipo de contribuição, não apenas pela associação.

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