Entre o ruim e o pior, o São Paulo será derrotado nas eleições

Logo mais, à partir das 19h, 239 conselheiros do São Paulo estarão aptos a escolher, por via indireta, o presidente do clube, que permanecerá no cargo, se não for cassado (como Aidar) até o ano de 2020.

As opções, lamentavelmente, não são animadoras.

Votar no presidente Leco, adepto de práticas subterrâneas quando diretor de futebol, pouco competente nas decisões administrativas do clube, além de populista (a efetivação de Rogério Ceni, ainda imaturo, como treinador é o caso mais relevante) representa dar continuidade ao que está ruim, com poucas perspectivas de melhora.

Porém, a opção pelo adversário é ainda pior.

Escolher Eduardo Mesquita Pimenta é trazer de volta ao poder são-paulino a figura de Carlos Miguel Aidar e tudo o que ambos representam, personagens que são de tristes histórias no Tricolor.

Os dois foram expulsos do São Paulo, acusados de práticas absolutamente reprováveis, ligadas à corrupção.

Por trás deles, está o dinheiro de Abílio Diniz, que, segundo diversas testemunhas, entre as quais um repórter da rádio Jovem Pan, estaria comprando votos de conselheiros adeptos do “toma-lá-dá-cá”.

A única certeza, diante de tão triste quadro, é que o São Paulo, instituição, será derrotado, independentemente do resultado apurado ao final da noite de hoje.

Advertisements
Anúncios

Facebook Comments

Esta entrada foi publicada em Sem-categoria. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.