Cinegrafista de V(W)anderlei(y) Luxemburgo é condenado a pagar dezesseis cheques sem fundo ao Palmeiras

luxemburgo

É prática do treinador V(W)anderlei(y) Luxemburgo, quando contratado por qualquer equipe de futebol, levar consiga extensa gama de profissionais (que trata como assessores), alguns com funções, digamos, estranhas.

Um deles, Alexandre Caolin, dono da ACN Vídeos e Produções SS Ltda ME, foi acionado juridicamente pelo Palmeiras.

O motivo ?

Emissão de 16 cheques sem fundo, no valor total de R$ 35.700,00 (corrigidos, perto de R$ 60 mil).

Caolin trabalhou com Luxa não apenas no Verdão, mas também no Santos, Atlético/MG, etc.

Depois de anos tentando, ao menos, citar o devedor (desde 2012) o Palmeiras, enfim, recebeu sentença favorável da Justiça, apesar de que, pelo histórico processual, cobrar a dívida deverá ser ainda mais difícil.

Abaixo trechos da sentença:

Processo 0009472-90.2012.8.26.0006 – Monitória – Cheque – Sociedade Esportiva Palmeiras – ACN Vídeos e Produções SS Ltda ME (ACN) – SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, qualificada nos autos, ajuizou a presente Ação Monitória em face de ACN VÍDEOS E PRODUÇÕES SS LTDA ME, também qualificada, aduzindo ser credora da ré, eis que detentora de 16 cheques por ela emitidos, todos do Banco Itaú, agência 0268, conta n 21150-5

“(…) sendo nsº AA-000301, AA-000302, AA-000303, AA-000304, AA-000305, AA-000306, AA-000307, AA-000308, AA-000309, AA-000310, AA-000311, AA-000312, AA-000313, AA- 000314, AA-000315, AA-000316. O cheque de nº AA-000301 foi emitido no valor de R$ 5.000,00, o cheque de nº AA-000302, no valor de R$ 2.700,00 e, os demais cheques, no valor de R$ 2.000,00 cada, com as respectivas datas de emissão em 26/07/2009, 20/07/2009, 20/08/2009, 209/09/2009, 20/10/2009, 20/11/2009, 20/12/2009, 20/01/2010, 2-/02/2010, 20/03/2010, 20/04/2010, 20/05/2010, 20/06/2010, 20/07/2010, 20/08/2010 e 20/09/2010.”

“Assim, pugnou pela adimplência do valor de R$ 35.700,00 com o acolhimento do pleito monitório, a fim de que o pedido inicial fosse convertido em mandado executivo. Com a inicial vieram os documentos (fls. 08 a 36).A requerida não foi encontrada para citação pessoal, apesar das várias diligências realizadas para sua localização, razão pela qual seguiu-se a citação por edital (fls. 180/193).”

“Ante o exposto, acolho a ação monitória e rejeito os embargos opostos para fixar o crédito em R$ 35.700,00, incidindo correção monetária pelos índices da Tabela Prática do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e juros de mora no importe de 01% (um por cento) ao mês, tudo desde o vencimento dos títulos e até o pagamento, prosseguindo-se nos moldes do artigo 702, parágrafo 8º, do Código de Processo Civil.Nestes termos converto, de pleno direito, o mandado de pagamento em ordem executiva judicial, nos termos do artigo 702, § 8º, do Código de Processo Civil.Condeno a ré embargante, ainda, a pagar as custas e despesas processuais, bem como honorários advocatícios a autora-embargada, que fixo em 10% sobre o valor da condenação, conforme o artigo 85, parágrafo 2º do Código de Processo Civil. Oportunamente, prossiga na forma do artigo 523 do Código de Processo Civil. P.R.I.C. – ADV: BRUNO FABBRI BARELLI (OAB 297685/SP), DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO (OAB 999999/DP), ANDRÉ MUSZKAT (OAB 222797/SP)

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