Rogerio Ceni e o São Paulo: do sonho americano à realidade

Durante todo o mês de janeiro, o treinador Rogério Ceni, que possui árdua tarefa de transformar um São Paulo mediano, mas pouco competitivo (2016) em um time que, ao menos, honre as tradições do clube, trabalhou duro, gerando algumas expectativas aos torcedores tricolores.

Porém, em equívoco não dele, mas da incompetente gestão que infelicita o Morumbi (mas nele se escora para reeleger-se), o clube perdeu tempo em meio a amistosos com diversas equipes norte-americanas (lá e também no Brasil).

11 a 0, 7 a 0… vitórias inúteis e enganadoras, em partidas sem a intensidade necessária para uma boa preparação.

Ontem, o choque de realidade aconteceu (por sorte ainda em tempo de recuperação): diante do mediano Audax (sempre bem treinado por Fernando Diniz), na derrota de quatro a dois (para alegria de Vampeta, que tem estrela quando enfrenta o clube) evidenciou-se um setor defensivo pavoroso, um meio de campo que necessita de criatividade e um ataque promissor.

É nesse contexto que o Mito precisará trabalhar, tentando equilibrar os defeitos e virtudes de um time, reiteramos, abaixo do padrão habitual Tricolor, num desafio dos mais difíceis, verdadeiro batismo de fogo para quem está iniciando numa das vitrines do futebol mundial.

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