Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“As palavras são importantes, mas o que vale é o exemplo”

Esopo – foi um escritor grego conhecido por suas fabulas

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Uai!

Onde está à novidade sobre o comportar do Dionísio?

Quanto ao presumível descontentamento por parte dos árbitros a propósito do tratamento que lhes é oferecido por Dionísio Roberto Domingues

Nomeação

No inicio do ano 2016, para se preservar, Reinaldo Carneiro Bastos tirou o dele da reta e, espertamente, escolheu para diretor do departamento de arbitragem (cargo acima dos dirigentes da CA), seu amigo e subserviente, Dionísio Roberto Domingues

Postura

Tanto quanto eu! Dionísio foi árbitro. Naquela época, parte dos integrantes do quadro de árbitros da FPF, alguns destes, no hoje, exercendo atividades na diretoria das entidades representativas, ou, no exercício da parte administrativa nas contendas oficiais, são conhecedores que Dionísio não tinha o mínimo de humildade; na cara dura, se intitulava árbitro extraordinário, deslembrando por interesse, ser integrante da categoria mediana, que era frequentador assíduo dos imundos bastidores, não tendo o menor constranger de oscular as imundas mãos de dirigentes da linhagem do atual presidente da entidade máxima do futebol paulista,  emendando criticas desabonadoras sobre  o trabalho dos colegas

CA-FPF

Conheço e tenho algumas restrições sobre a não participação do presidente da CA-FPF, Ednilson Corona, nos assuntos referentes à categoria; no entanto, não posso negar que é gente fina. Quanto ao vice-presidente José Henrique de Carvalho, obtive informações sobre sua decência

Renuncia

Preservem-se de futuras e previsíveis interferências no vosso trabalho, respeitem-se, tomem a iniciativa e peçam exoneração dos cargos que ocupam

Árbitro de vídeo no Brasileirão – 2017

Nada adiantará a implantação do denominado árbitro de vídeo nos campeonatos estadual e brasileiro se não houver livre-arbítrio e acatamento das leis do jogo por parte do árbitro que movera a maquina

Injunções

A capacidade e independência ao aplicar as leis do jogo, dificilmente, são levadas em consideração. Por não se curvar diante dos interesses e imposições dos dirigentes da CBF, federações, clubes, políticos, emissoras de TVs, assim como, uma pá de setores, os árbitros que assim agiram e agem, foram e serão colocados na popular geladeira

Taça São Paulo – edição 2017

Das partidas que assisti, verifiquei que quando exigidos, árbitros e assistentes, não corresponderam

Fases finais

Que os representantes das leis do jogo escalados para as contendas das fases finais, deste outrora e disputadíssimo competir, possam desenvolver suas atribuições com naturalidade e independência, sem pensar nas futuras escalas

Política

Lula, de herói a mártir

“Se preparem, porque, se for necessário, eu serei candidato à Presidência”, proclamou Lula em palanque do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), em Salvador. Só faltou explicar o que significa “se for necessário”, embora pareça óbvio que ele se refere, como sempre fez, às próprias conveniências. De boné e camiseta vermelha, o ex-presidente abusou mais uma vez de seus dotes demagógicos e perseverou na prática antipedagógica de iludir o País com a afirmação dogmática de que o governo existe para gastar o que for necessário, bastando para tanto a vontade política de fazê-lo: “O único jeito desse país voltar a crescer é o Estado investir”, para o que “pode mexer no compulsório, pode aumentar a dívida”. E explicou: “A melhor forma de diminuir a dívida com proporção do PIB é fazer o PIB crescer”. Muito simples, portanto. Devia ter ensinado isso a Dilma Rousseff.

Como os populistas de modo geral, os petistas no poder se revelaram muito bons em gastar, em administrar a abundância. Nos governos de Lula, ainda sob os efeitos de uma política econômica racional herdada do Plano Real e da valorização das matérias-primas no mercado mundial, o lulopetismo chegou ao auge do sucesso no poder, faturando popularidade em cima de programas assistencialistas. Os petistas já não tiveram a mesma sorte quando, com Dilma na Presidência, enfrentaram o desafio de administrar a escassez. Até porque, no embalo dos anos gloriosos de Lula, a pupila do ex-presidente metera na cabeça que tinha chegado a hora de adaptar a política econômica a suas próprias convicções estatistas e implantar uma “nova matriz econômica”. Gastou o que não podia, pedalou, levou a economia à beira da falência e teve o mandato cassado.

Agora, premido pela Lava Jato e visivelmente temeroso do pronunciamento da Justiça, Lula comporta-se como se pudesse fazer o Brasil se esquecer disso tudo e levar o PT de novo a “ganhar as eleições nesse país”. Pior: quer fazer os brasileiros acreditarem que para resolver os problemas que hoje enfrentam basta que ele próprio reassuma o governo para fazer exatamente tudo igual ao que fez antes, como se o Brasil de hoje fosse o mesmo de 13 anos atrás, antes de ser iludido e depois destruído pelo PT.

A estratégica política de Lula – a respeito da qual o PT não assumiu ainda uma posição oficial porque continua lambendo as feridas do impeachment e do desastre das urnas de outubro – está claramente colocadas em termos simples, com forte apelo emocional. Resume-se a dois slogans: “Fora Temer” e “Diretas já”. Mas como realizar diretas já se, na improbabilidade de Temer perder o mandato, a Constituição determina que a substituição seja feita por eleição indireta pelo Congresso Nacional?

É aí que Lula “inova”. Lançou em Salvador a ideia de eleições diretas para a Presidência da República em outubro próximo, daqui a 10 meses. Não se deu ao trabalho de explicar como seria possível viabilizar essa proposta absolutamente sem pé nem cabeça. Mas esse detalhe não preocupa Lula, desde que os “movimentos sociais” sob sua influência disponham de palavra de ordem para gritar nas ruas e nos palanques.

Essa seria a perspectiva político-eleitoral de Lula, não fosse ele quem é. Ocorre que o chefão do PT, apesar de ser o “homem mais honesto do Brasil”, é um “perseguido” da Justiça, envolvido em cinco investigações sobre corrupção, três delas no âmbito da Lava Jato. Condenado, tornar-se-á “ficha suja”, inelegível para qualquer cargo público. Essa possibilidade é cada dia mais plausível, a julgar pelo andar da carruagem, isto é, pelas delações dos antigos amigos do peito do ex-presidente.

Lula é um político pragmático. Na verdade, não se ilude com a “campanha eleitoral” que lançou em Salvador na garupa do MST. O objetivo principal de toda essa encenação é reforçar a imagem de um “herói popular” que almeja trocar eventual condenação à prisão em Curitiba pela condição de “mártir” politicamente asilado em algum aconchegante recanto bolivariano.

Editorial do Estadão publicado na Sexta Feira 13/01/2017

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Sampa

Na recente votação para o cargo de prefeito da cidade de São Paulo, conscientemente, anulei meu voto. Entretanto, estou contentíssimo com o iniciar do prefeito João Doria, dentre algumas de suas determinações, uma delas, vem ao encontro do postado na coluna do dia 03/12/2016, no espaço “A lei Ora a Lei”, abordando problemas causados aos moradores, transeuntes e calçadas dos imóveis situados próximo ao numero 338 da Rua Cajuru – Bairro do Belém, localizado na Zona Leste, alugado pela antiga administração municipal, para servir refeições aos necessitados

Sugestão

1

Na época, para reforçar, publiquei as fotos acima sugerindo como contraprestação, salvando idosos, crianças e necessitados física e mentalmente, que, se desse, ocupação a grande maioria, por serem jovens e fortes para o exercício de trabalhos diversos, realçando que corpo e mente desocupados são aparelhos para pratica de maldades

Finalizando

“Antes de dar comida a um mendigo, dá-lhe uma vara e ensina-lhe a pescar”

Provérbio Chinês

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-14/01/2017

Ouça abaixo as duas edições do programa COLUNA DO FIORI, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol (http://rockngol.com.br)

 

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