Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

37ª Rodada da Série A do Brasileirão- 2016

Sábado 27/11

Corinthians 0 x 0 Atlético-PR

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA-RS)

Item Técnico/Disciplinar

Cinco amarelos sendo 03 para corintianos e 02 aos atleticanos, corretamente aplicados

Concluo

Aceitável o desempenho dos representantes das leis do jogo no conjunto da refrega

Domingo 27/11

Palmeiras 1 x 0 Chapecoense

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

Itens Técnico/Disciplinar

Foi correto por ter aplicado 01 cartão amarelo para o defensor palmeirense e 02 para defensores da equipe visitante

No todo

Desempenho normal dos representantes das leis do jogo

Politica

1

Enquanto o Brasil chorava

Na madrugada, como costumam sempre fazer, os deputados votaram um texto destinado a golpear a Lava Jato e intimidar os procuradores e juízes. Dessa vez uma madrugada de luto pela queda do avião da Chapecoense, desastre que impactou o mundo.

Temer prometeu vetar a anistia para o caixa 2 e outros crimes. Mas não mencionou o tema da represália à Justiça, uma das grandes aspirações de Renan Calheiros.

O Brasil está diante de uma afronta espetacular: deputados investigados por corrupção determinam os limites dos próprios investigadores. Denunciar sua manobra não significa conciliar com abuso de autoridade, mas apenas enfatizar que legislaram em causa própria. No Brasil são os bandidos que determinam como e o que pode ser feito contra eles.

O que existe mesmo, como ação central, é uma tentativa de neutralizar a Operação Lava Jato, sobretudo às vésperas da divulgação dos depoimentos da Odebrecht. O caminho foi interferir nas “10 Medidas Contra a Corrupção”.

Interferir na proposta, na verdade, é um atributo do Congresso. Assim como não deve simplesmente carimbar medidas do governo, o Congresso não pode apenas carimbar medidas que se originam na sociedade.

Não há nenhum problema em cortar exageros, em adequar ao texto constitucional, etc. A crise começa quando decidem confrontar a Lava Jato e outras investigações. Em primeiro lugar, com manobras sobre uma anistia impossível; em segundo lugar, aprovando uma lei de controle de autoridade que não pertencia à proposta original.

Aliás, esse tema pertence a Renan Calheiros, com 12 investigações no Supremo Tribunal Federal. A Câmara dos Deputados antecipou-se a ele porque, com o êxito da Lava Jato, a contraofensiva parlamentar tornou-se a principal tarefa para bloquear as mudanças.

Não dá. Assim como não deu para o governo transformar-se num grupinho de amigos do Geddel e pressionar para que o prédio La Vue fosse construído com 30 andares.

Renan Calheiros segue sendo a maior ameaça. É curioso como um homem investigado 12 vezes coloca como sua tarefa principal controlar a Justiça. Com a votação da Câmara ele recebeu um alento. Renan e os deputados caminham para impedir que o Brasil se proteja dos assaltantes que o levaram à ruína.

Renan tem influência. Há os que pensam, como ele, que é preciso torpedear a Lava Jato e há os que não ousavam combatê-lo, mas agora começam a perceber que foi longe demais. E o derrotaram no plenário do Senado, impedindo a urgência na lei da intimidação.

Renan desenvolve o mesmo estilo de Eduardo Cunha, o cinismo, e usa o cargo para se proteger da polícia. Enfim, Renan delira, como Cunha delirava. A melhor saída é eles que se encontrem em Curitiba. Na ânsia de sobreviver, não hesitam em agravar a situação do País, já em crise profunda.

A votação escondida num momento de luto, tudo isso é muito esclarecedor sobre a gravidade do desafio que lançaram. O sonho dourado dos políticos corruptos ainda em liberdade não é apenas deter as investigações. Eles querem reproduzir o momento anterior, em que assaltavam os cofres das estatais, vendiam artigos, emendas, frases, às vezes até um adjetivo.

Romero Jucá é um craque nessa arte. Ele conseguiu passar uma lei que permite a repatriação do dinheiro de parentes de políticos. E não se expôs. Jogou apenas com a incompetência da oposição.

Os membros da apodrecida cúpula do PMDB precisam ser julgados. Enquanto estiverem no poder, estarão tramando uma volta ao passado, porque é esse o território em que enriqueceram. Eles sabem que nada é tão fácil como antes, caso contrário Sérgio Cabral estaria em Paris aquecendo o bumbum em privadas polonesas.

O problema no Brasil é julgar para gente com foro especial. O Supremo é um órgão atravancado por milhares de processos.

Uma razão a mais para julgar os políticos investigados com urgência é que estão legislando em causa própria. Depois de tantas investigações, tanta gente na rua, é incrível que o Brasil continue sendo dirigido pelo mesmo grupo que o assaltou.

É inegável que houve avanços, muito dinheiro foi restituído. Dirigentes do PT estão na cadeia, assim como alguns dos principais empreiteiros do País. Entretanto, quem conseguiu escapar até agora organiza a resistência, prepara-se para o combate e só descansará quando puder de novo roubar em paz.

Esta semana me lembrei do Glauber Rocha. Num de seus diálogos mais geniais, um personagem dizia: “Já não sei mais quem é o adversário”. Se a sociedade e a Justiça tiverem dúvidas sobre quem é, podem pagar caro por essa hesitação.

O movimento inspirado por Calheiros e iniciado com êxito na Câmara é, no fundo, uma provocação irresponsável. O Congresso, recentemente, já foi invadido por gente indignada com a corrupção. Toda a luta pelo impeachment foi conduzida de uma forma pacífica. Todavia se torna mais difícil evitar a radicalização, uma vez que deputados e senadores já mal podiam andar pelas ruas antes mesmo de golpearem a Lava Jato.

Será preciso muita habilidade e paciência para julgá-los e prendê-los. Se isso não for feito logo, o Brasil merecerá o nome que Ivan Lessa lhe dava nos seus textos bem-humorados: Bananão. Não nos deixam outro caminho senão lutar com todas as forças, como se tivéssemos sido invadidos por alienígenas de terno e gravata.

Depois de nove anos, o primeiro inquérito em que Renan Calheiros é acusado finalmente entrou na pauta do Supremo para ser julgado. O silêncio dos ministros ao longo de todos esses anos contribuiu para que ele se sentisse impune. Se escolheram esta semana para absolvê-lo, então aí terão, ainda que involuntariamente, se tornado numa força auxiliar do crime político. Se condenado na primeira ação, Renan começará a arrumar as malas para Curitiba. Lá nasceram os demais inquéritos e lá já estão outros que deliram com riqueza e poder. Como Eduardo Cunha.

Autoria do jornalista escritor e politico brasileiro Fernando Gabeira – Publicado no Estadão do dia 02/12/2016

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São Paulo – cidade da Lei Ora a Lei

Endosso o descontentar da maioria dos moradores do imóvel situado na Rua Cajuru 326, bairro do Belém, em São Paulo, creio eu, alugado por alto valor para um órgão da prefeitura paulistana, tendo por finalidade, o provimento do café matinal e almoço, prestando coerente assistência aos necessitados

Contudo

Muitos deles, com filhos ou não, sabedores que nada lhes ocorrera, conforme fotos, tomaram a calçada de frente com barracas. Outros, ficam nas calçadas dos quarteirões que circundam a unidade, para ali permanecerem diuturnamente

cajuru

Desrespeito

Parte dos atendidos, na maior cara dura, sem importar com os moradores ou transeuntes, consomem o cigarrinho da erva conhecida por maconha, jogam bola, dominó, quando não, abordam pessoas pedindo algo, ou, conforme informação, praticam pequenos furtos

Ocupação

Sabedor que corpo e mente desocupados são aparelhos para a pratica de maldades; excluindo idosos, doentes e crianças, exceto os “Di Menó”, acredito que para incentiva-los a retomar vida normal, se faz necessário que prestem serviço, dentre estes: limpeza de ruas, conserto de bens municipal e, por ai vai

Finalizando

“Acredito que o melhor programa social é um emprego.”

Ronald Reagan – foi um ator e presidente dos Estados Unidos da América (EUA)

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 03/12/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

DIREITO DE RESPOSTA AO BLOGUEIRO MARCELO MARÇAL

Na semana passada, publiquei bate-papo que mantive com Arthur Alves Junior, dirigente do SAFESP, em que o blogueiro Marcelo Marçal foi citado.

Para conferir basta clicar no link a seguir (contém áudio):

https://blogdopaulinho.com.br/2016/11/26/coluna-do-fiori-303/

Dois dias depois, Marçal, em vez de procurar-me (tem meu telefone e demais contatos), já que a postagem foi inserida em Coluna de minha responsabilidade, dirigiu-se ao Paulinho, enviando “direito de resposta”.

Democraticamente estou publicando, logo abaixo, com respostas (tréplicas) que julguei necessárias (em negrito), minhas, do Paulinho e do Arthur Alves Junior, para que a verdade seja respeitada:

O que eles disseram!

Por MARCELO MARÇAL

Na Coluna do Fiori do dia 26 de novembro, no post “Papo/entrevista com Arthur Alves Junior”, publicada aqui neste espaço, o Presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (Safesp), Arthur Alves Junior, fez comentários explicando a relação de trabalho ou prestação de serviços, como ele disse, firmado em contrato de prestação de serviços entre Marcelo Marçal e o Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (Safesp). Como fui citado, gostaria de usar este espaço para prestar alguns e merecidos esclarecimentos trazendo à luz do dia a verdade dos fatos. Claro que não sou o dono da verdade, mas posso provar, inclusive com áudios de tudo que aqui relatar.

Meias verdades

O que disse o colunista

O Colunista autor do post, Euclydes Zamperatti Fiori, talvez por desconhecimento das necessidades e opções de escolhas de um site para publicar matérias, disse que não publiquei matéria com áudio captado para uma entrevista que fiz com ele por conta de ter havido uma reaproximação entre mim e o presidente do Safesp. O que não é verdade.

(FIORI: assino a Coluna do Fiori há dez anos no Blog do Paulinho, um espaço independente que nunca serviu de caixa de ressonância para nenhum figurão da arbitragem, com a maior audiência do Brasil entre todos os comentaristas de arbitragem que escrevem na internet (incluindo os que trabalham em TV). A afirmação de que desconheço das necessidades e opções de escolha de um site para publicar matérias chega a ser risível, ainda mais vindo de alguém que não possui 10% da quantidade de meus leitores.)

Na ocasião da entrevista eu ainda nem sonhava em voltar a trabalhar com Arthur. A matéria não foi publicada pelo simples motivo que o conteúdo coletado não traria nenhum fato novo, algo de concreto que pudesse chamar a atenção dos leitores e por haver outros assuntos que poderiam dar mais repercussão na época. Tempos depois e após ser informado que havia esse pensamento, procurei o áudio para publicar e assim tirar as duvidas, mas lamentavelmente foi deletado e uma copia do conteúdo gravado nos estúdios do Blog do Paulinho foi enviada a mim, mais infelizmente nunca chegou à minha caixa postal.

(FIORI: a versão de que o áudio foi deletado é difícil de acreditar, ainda mais depois de diversas vezes em que prometeu que publicaria “na semana que vem. Com relação a não ter publicado pelo fato de “não conter fato novo, algo de concreto que pudesse chamar a atenção dos leitores e por haver outros assuntos que poderiam dar mais repercussão na época” trata-se de historinha pra boi dormir” de quem falou o que não tem coragem de segurar)

(PAULINHO: enviei o áudio em três tentativas para o Blog do Marçal. Escutei e participei da conversa, que o Marçal disse ter sido muito boa, tecendo diversos elogios ao conteúdo, diferentemente do que faz, agora, tentando desqualificar o teor do que foi falado)

O que disse Arthur

Por sua vez, Arthur diz no áudio que me demitiu no dia da sua posse, o que em parte é verdade e explico a seguir: Na noite da posse realizada no salão de eventos da Federação Paulista de Futebol (FPF), já no final da festa que foi dada na sede do sindicato e já alterado pela grande quantidade de álcool ingerido, o presidente recém-empossado se aproximou de mim dizendo que tinha algo para me falar e antes de qualquer coisa eu disse a ele que sabia do que se tratava, pois já tinha sido alertado por outros que, apesar de pessoalmente me dizer o contrario, ele não iria continuar com meus trabalhos. Disse a ele que entendia a situação e deixei-o a vontade para dispensar meus serviços se assim fosse sua vontade. Desejei boa sorte na sua gestão que estava iniciando naquele dia, pedi que ele nunca traísse a confiança depositada nas urnas pelos associados, mas que esperava ser indenizado pelos longos anos de dedicação e serviços por mim prestados a entidade que agora ele presidia.

Arthur me disse que poderia ficar sossegado, que a entidade e ele saberiam recompensar minha dedicação, fato que nunca ocorreu, pois nunca recebi um centavo sequer do que me era devido de indenização na época. Inclusive cheguei a acionar a justiça, mas fui convencido pelo ex-presidente a retirar a ação, fato que me arrependo até hoje devido à forma como ele administrou a entidade desde então e pelo desinteresse que os associados têm com o patrimônio que é deles e que vem sendo delapidado dia após dia sem que alguém faça algo para impedir.

Para que entendam, comecei meu trabalho no Safesp em 2004 quando a pedido do então presidente Sérgio Corrêa desenvolvi e implantei na internet o site da entidade gerando economia de quatro mil reais bimestral à época, valor que era gasto com a impressão do jornalzinho do apito que era confeccionado mensalmente e enviado aos associados.

Contrato

Permaneci afastado do sindicato até 2014, quando na ocasião da Copa do Mundo, recebi diversos telefonemas do presidente – tenho testemunhas se preciso – me convidando para voltar a trabalhar com ele, dizia ele que precisava de mim e que minha volta contribuiria para o engrandecimento da entidade. Recusei o convite varias vezes argumentando que tinha uma linha diferente, de criticas e que não concordava com muitas coisas que ele realizava no sindicato. Também argumentei que tinha publicado varias matérias criticando sua gestão e que por esses motivos minha contratação pelo sindicato traria perda de credibilidade pra mim e que não mudaria a linha critica e isenta em hipótese alguma. Para meu espanto o mesmo disse não se importar com as matérias, com as criticas e que se eu aceitasse o convite teria toda liberdade e isenção para escrever o que quisesse desde que não fosse no site do sindicato. Fato que realmente aconteceu, pois no período de pouco mais de um ano que lá permanecei, nunca sofri qualquer tipo de pedido ou censura pelo que publicava no Apitonacional e Blog do Marçal.

Obs. O acordo foi firmado em contrato assinado por mim (Marcelo Marçal), pelo presidente do Safesp (Arthur Alves Junior), pelo vice-presidente (Leonardo Schiavi Pedalini) e pelo diretor tesoureiro (Carlos Donizeti Pianosqui). Contrato esse que apesar das três copias, nunca foi me dado uma com a desculpa que teria que ser registrado antes.

Denuncias

Permaneci trabalhando no sindicato até dezembro de 2015 quando publiquei as denuncias relatando assedio sexual e moral no Blog do Marçal que acabaram resultando na demissão do dirigente do cargo de membro da comissão de arbitragem que exercia na Federação Paulista de Futebol (FPF). Uma semana antes das denuncias serem publicadas, fui à sede do sindicato onde em reunião expus tudo que estava ocorrendo ao Arthur. Falei das informações que corria nos bastidores, que eram acusações muito graves e apresentei os áudios que tinha recebido (de uma árbitra, de um assessor e da ex-secretária). Disse que isso traria um escândalo com consequências graves e inimagináveis para ele. Disse também que entendia que ele deveria renunciar ao cargo de presidente do Safesp para preservar a categoria, a entidade, seus familiares e assim poder se concentrar na sua defesa. Se é que existisse como!

Ele respirou, pensou e no auge da sua arrogância disse que não tinha feito nada, que não renunciaria e que podia fazer a matéria que não ia dar em nada. O resto todo mundo sabe no que deu.

No dia 4 de dezembro, três dias depois da matéria que denunciou o assedio, recebi pelos correios carta notificando meu desligamento do Safesp (acima). Um dia após a denuncia a FPF demitiu Arthur do seu quadro de funcionários.

Porque aceitei

Sempre me perguntam por que aceitei trabalhar no Safesp, porque fiz as denuncias e tem uns que me rotulam como traidor. Para essas pessoas respondo em três partes que são:

1º Aceitei pela proposta financeira que na época era o triplo do valor pago a mim por outras entidades e eu como pai de família precisava e preciso pagar minhas contas. Nenhum dos que me criticam em qualquer ocasião deu um centavo sequer para ajudar a manter o trabalho que desenvolvia e desenvolvo a duras penas até o dia de hoje.

2º Todas as condições que pedi para aceitar o trabalho foram colocadas no contrato de prestação de serviços. Entre elas liberdade e isenção para desenvolver meu trabalho no Apitonacional e Blog do Marçal pelo qual não poderia ser responsabilizado e liberdade para trabalhar em outros sites. Também levei em consideração o enriquecimento do meu currículo que seria proporcionado com o meu trabalho na maior entidade sindical de árbitros do país, pelo menos no nome, e pela aproximação com as lideranças da categoria que me deu conhecimento, farta informações transformando meus veículos de comunicação em lideres de audiência e de credibilidade.

3º Como mencionei acima, quando da ocasião das matérias denunciando assedio sexual e moral, Arthur foi o primeiro a saber do conteúdo das denuncias contra ele quando apresentei todo material coletado dando o amplo direito de resposta. Lamentavelmente ele não quis se defender. Mesmo assim, com a matéria já pronta, liguei para ele, tenho áudio, dizendo que ia publicar e se ele quisesse falar algo sobre o assunto, o momento seria aquele e mais uma vez ele não quis se pronunciar.

Sergio Corrêa

No áudio, Arthur diz que me contratou a pedido de Sérgio Corrêa, desconheço essa informação e fato nunca dito a mim nas diversas ocasiões que estive junto com o ex-presidente da comissão nacional de arbitragem. Lembro que pouco antes da posse em abril de 2011, Arthur me informou que a pedido do Sérgio eu continuaria trabalhando no sindicato e afirmou ‘que não mexeria com ninguém que trabalhava com o ex-presidente’. Logo depois demitiu a todos!

Honraria

Quando afastado do sindicato e após varias matérias denuncias contra o dirigente, durante uma assembleia com associados, foi votada e aprovada uma monção me tornando ‘persona non grata’ da arbitragem. Em contrapartida, tempos depois, mais precisamente no dia 30 de maio de 2012, fui condecorado com a maior honraria da casa, com a medalha 9 de abril, entregue pessoalmente por Arthur Alves Junior por relevantes serviços prestados a arbitragem (foto abaixo).

Justiça

Arthur já mencionou diversas vezes que esta acionando seus denunciantes na justiça por conta da matéria de assedio sexual e moral. Com exceção de ter sido intimado para comparecer na 23ª delegacia de Perdizes para prestar esclarecimentos, afirmo que até o presente momento não fui notificado de nenhum processo por parte do presidente ou da entidade Safesp, mas que caso isso ocorra, será um enorme prazer, pois poderei disponibilizar para a justiça todo conteúdo coletado na ocasião.

(RESPOSTA DO ARTHUR ALVES JUNIOR: não quero nem entrar em discussões menores com esse sujeito, apenas esclareço que o rapaz não foi citado judicialmente por não ter sido encontrado em três oportunidades pelos oficiais de justiça nos endereços que supostamente seriam dele (ele os forneceu) – tenho como comprovar)

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