São Paulo tenta reaver na Justiça valores que podem ter servido de “comissão” para namorada do ex-presidente

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No último dia 28 de outubro, o São Paulo ingressou com ação Judicial de “pagamento indevido”, concomitantemente com “enriquecimento sem causa”, contra o escritório José Roberto Cortez Advogados.

A ação tramita na 3ª Vara Civil e está sob julgo da magistrada Mônica Di Stasi Gantus Encinas.

R$ 989.657,04 é o valor a ser revisto, que, com juros e encargos, ultrapassará R$ 1 milhão.

Em resumo: o ex-presidente do clube, recentemente afastado, contratou o referido escritório de advocacia, pelo custo citado, para cuidar de um caso que já estava sendo tocado, gratuitamente, pelo Dr. Ives Gandra Martins, conselheiro tricolor.

Há ainda, anexado ao documento, uma carta de Cortez para Ataíde Gil Guerreiro, datada de 29 de junho de 2015 (três meses antes do famoso caso da “gravação), com cópia para o ex-mandatário tricolor, indicando pagamento de comissão (com anotação manuscrita do dirigente do São Paulo) de 20% para a namorada do então presidente:

“Proposta a adesão clubes: R$ 100.000,00 – adesão 30% do resultado após trânsito julgado; Comissão: 20% do resultado (menos impostos), 1/2 Cinira”

Tratava-se, além de ganhar em cima do São Paulo, também doutros clubes, oferecendo os serviços do escritório de advocacia.

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