Lobby da Odebrecht tirou Corinthians de acordo certo com o Pacaembu

andres pacaembu

Antes do Corinthians embarcar na furada canoa da Odebrecht em Itaquera, estudos prévios garantiam que se o clube reformasse o estádio do Pacaembu gastaria em torno de R$ 110 milhões.

O diferencial é de que não teria uma dívida tão grande para honrar (hoje, corrigida, quase cinco vezes o valor) e nem precisaria, por exemplo, abrir mão das receitas de bilheteria.

A lucratividade seria praticamente a mesma, com espaços VIPS e 40 mil assentos para comercializar.

Sem contar que a região, central, atrairia diversas possibilidades de negócios que a “texana” fronteira com o fim do mundo, afasta.

O negócio, praticamente fechado, somente não deu certo pela ingerência de lobistas da Odebrecht, alguns de dentro do clube, que enxergaram o ‘Pote de Ouro” no final do Arco Iris que desembocava em Itaquera.

Corinthians deu como concluídas obras de Itaquera, mesmo faltando 30% a serem finalizadas

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