Amistoso contra o Benfica deveria tombar a Vila Belmiro

Vila Belmiro gramado

O Santos, nos festejos da comemoração dos 100 anos da Vila Belmiro, empatou com o Benfica, em um a um, partida amistosa escolhida para representar, também, uma das conquistas mundiais do clube, nos áureos tempos de Pelé.

Deveria ser a última das partidas.

O Peixe deveria aproveitar o ensejo para tombar o estádio, como se fosse Museu, e, porque não, transformá-lo em espaço público para visitação, como o Templo em que reinou o Rei do Futebol.

Se antes de Pelé o estádio comportava o tamanho do clube, depois daquele período, não mais.

A enormidade do Santos não pode ser restrita a um estádio (retirando as observações históricas) acanhado, mal localizado, e que recebe, em média, menos de dez mil pessoas por partida.

Isso não significa, porém, embarcar na suspeita busca, motivada pelos atuais gestores alvinegros, da construção de desnecessária Arena, que, além de cara, seria construída na Baixada Santista, local em que, comprovadamente, torcedores não comparecem com frequencia a jogos de futebol.

O Santos tem que adotar o Pacaembu, quase sempre com ótima presença de público de sua torcida, no centro de São Paulo, que, certamente, custará menos dinheiro em reforma, com resultados, esportivos e financeiros, muito melhores.

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