Marta Suplicy incentiva “Pancadões de Rua”

pancadao

Dos maiores problemas modernos das principais capitais brasileiras, com destaque em São Paulo, o bailes funks a céu aberto, apelidados “Pancadões de Rua”, são das mais deploráveis distorções culturais criadas para manter na vida do crime a população mais pobre.

Nestes “eventos” estão liberados tráfico e consumo de drogas, poluição sonora, roubos e furtos, agressões e homicídios, verdadeiro inferno na terra, que até a polícia tem medo de coibir.

Impedir a realização é o mínimo que se espera de alguém que tem a obrigação de zelar pela população decente, trabalhadora e que abomina a criminalidade.

Não é o que pensa a candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, talvez ainda com o petismo enraizado em seus procedimentos.

Questionada sobre o assunto pela FOLHA, em entrevista, respondeu:

“A gente tem que entender por que os pancadões existem, não adianta ficar proibindo, não é por aí. Eu acredito que se você é jovem, mora num lugar onde não tem um espaço de cultura, qual a ideia deles? É pôr um som e dançar, paquerar, eles são jovens.”

Marta que de boba não tem nada, sabe bem que o objetivo dos “Pancadões” não é exatamente o descrito em suas palavras, mas sim o meio pelo qual quadrilhas utilizam-se para “trabalhar” e conquistar adeptos de seus pensamentos.

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