Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Diante da verdade, não tenho medo de ninguém”

Dom Bosco – foi um sacerdote católico italiano, fundador da Pia Sociedade São Francisco de Sales e proclamado santo em 1934

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1

É o que continuo a ter quanto à sonhada operação Lava-Jato na administração da CBF, federações, principalmente na Federação Paulista de Futebol e clubes a ela filiados

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24ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2016

Domingo 11/098

Santos 2 x 1 Corinthians

Árbitro: Rafael Claus (FIFA-SP)

Item Técnico

Acertou e bem quando sinalizou a penalidade máxima cometida por Vilson, defensor corintiano, no oponente Luiz Felipe, cobrada por Vitor Bueno, convertida no primeiro gol da equipe santista

Item Disciplinar

01 corintiano e 02 santistas, advertidos corretamente com cartão amarelo

No Todo

Árbitro e assistentes cumpriram suas atividades, respeitando as leis do jogo

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São Paulo 3 x 1 Figueirense

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (FIFA-PA)

Item Técnico

Interpretou e aplicou corretamente as leis do jogo por ter marcado uma penalidade máxima para cada equipe quando dos lances de mão na bola

Item Disciplinar

04 cartões de advertência, sendo 02 para defensores de cada equipe; poderia e deveria ter sido mais enérgico em outros momentos

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25ª Rodada – Quarta Feira 14/09

Figueirense 2 x 2 América

Árbitro: Jose Claudio Rocha Filho (CBF-1-SP)

Item Técnico

Afianço que desta refrega assisti somente o vídeo da inexistente e inexplicável sinalização da penalidade máxima apontada pelo principal “representante” das leis do jogo a favor da equipe da casa quando de claríssima infração cometida por um de seus integrantes ao jogar-se no adversário.

Definindo

O lance ocorreu em espaço aberto, lado direito e próximo do seu posicionar; não entrarei no mérito de sua condição técnica no transcurso de sua caminhada pelos quadriláteros, entretanto, para seu próprio bem e exemplo aos demais, sem o menor constranger, punição mínima de 30 dias, abrangendo todas as competições

Coritiba 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Grazianni Maciel Rocha (CBF-2-RJ)

Item Técnico/Disciplinar

Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo

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Politica  

2

Lula foi Lula

Lula foi Lula ontem 15/09/016, ao fazer seu pronunciamento de mais de uma hora para “responder” aos procuradores da Lava Jato. Ele não “respondeu” nada, nem se ateve às questões objetivas e à acusação de que seria o “comandante máximo”, o “grande general”, o “chefe” e o “maestro” do esquema de corrupção. Limitou-se a negar, pela enésima vez, que é dono do triplex do Guarujá e fez o que faz de melhor: um discurso político, emocional, com direito a lágrimas, em que lembrou toda a sua vida e enfatizou os êxitos dos seus governos.

Não estava se dirigindo aos procuradores Deltan Dallagnol e Roberson Henrique Pozzobom, nem rebatendo as 149 páginas da denúncia, nem questionando a acusação de que teria recebido R$ 3,7 milhões da OAS, uma das empreiteiras da Lava jato. Ele estava falando para o PT, para os militantes, para os que estão com ele e com o partido faça chuva ou faça sol, com ou sem Lava Jato. Exibindo uma camisa vermelho-sangue, Lula terminou sua fala conclamando a militância para usar (ou resgatar?) o vermelho e a estrela do partido.

O próprio pronunciamento foi num ambiente mais do que acolhedor para Lula: durante reunião do Diretório Nacional do PT, cercado pela cúpula do partido, pelos senadores Paulo Rocha, Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann e velhos companheiros como o embaixador aposentado Samuel Pinheiro Guimarães. Quem ouviu pelo rádio ficou em dúvida: estariam os jornalistas aplaudindo Lula? Não, eram os fiéis seguidores.

Ao final, Lula se recusou a dar entrevista. Em vez de se expor a perguntas sempre questionadoras e não raro incômodas dos repórteres, preferiu falar o que bem entendeu, encerrou o pronunciamento e foi para “os braços do povo”, ou melhor, foi se encontrar com os militantes que se aglomeravam na frente do hotel em que se reunia o diretório. Eles estavam ali para aplaudi-lo e badalá-lo. Ele foi lá para ser aplaudido e badalado.

No pronunciamento, Lula deixou de lado a metáfora da “jararaca” – que usou quando sofreu condução coercitiva – e disse que tem 70 anos, é um “velho” e pediu para deixarem o velho para lá. Mas ele começou do começo, digamos assim, ao falar da criança pobre, da trajetória pungente, do líder sindical, do metalúrgico, até chegar ao sucesso dos seus governos, principalmente pela inclusão social, mas até na política externa. Só que os procuradores não o denunciam pelas políticas de governo, mas sim pela “propinocracia”

E, se foi assim, se ele foi tão perfeito, Lula só tem uma explicação para suas agruras com a justiça, o MP, a PF, a Receita e a imprensa: a elite malvada não aceita um operário que chegou ao poder e se deu tão bem. E é claro que ele voltou à velha história do “desconforto das patroas” porque os pobres começaram a andar de avião. O que Dallagnol, Pozzobon e centenas de profissionais têm com o tal “desconforto de patroas” não se sabe, mas é o que amigos, militantes e seguidores querem e precisam ouvir para manter vivo o mito que alimenta suas crenças.

O pronunciamento não ajuda em nada no processo jurídico, não mexe com o humor do juiz Sérgio Moro, não resolve as pendengas com os procuradores, mas foi muito bom para Lula do ponto de vista político. Ele é um craque da oratória e só ele pode tentar reavivar a aura de sucesso dos seus anos de poder, recuperar o ânimo petista e ativar a capacidade de reação política do partido e de seus aliados. O problema é que ele está cada vez mais falando para uma minoria. Por mais que os procuradores, anteontem, tenham passado do tom e exagerado na forma, a maioria prefere crer no que diz a Força Tarefa da Lava Jato. A tese do “comandante máximo” da corrupção tem tudo para colar. E para competir com a do “golpe” e do “Fora Temer”.

Publicado no Estadão do dia 16/09/2106 – Autoria da jornalista Eliane Cantanhêde

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Lula-ladrão

Na tentativa de justificar o injustificável o eterno braço curto, que pouco trabalhou e produziu, na parte da tarde do dia 15/09/2016, em entrevista coletiva, por volta de 1 hora e meia, falou, falou e falou, sem nada justificar; em uma destas, como sempre, consciente e malicioso, agrediu todos os funcionários públicos concursados dizendo:

“O emprego mais honesto é o do político por mais ladrão que seja, porque todo ano ele tem que ir pra rua, encarar o povo, correr atrás de voto, se mata, faz de tudo, ao contrário do concursado que estuda e tem o emprego pro resto da vida!”

Respondo

Honrosa e dignamente após trabalhar por aproximadamente 36 anos na condição de servidor púbico do estado de São Paulo, estou aposentado, ressaltando que somados aos oito oficialmente reconhecidos na iniciativa privada, no total, foram 44 anos de trabalho; avisando que: tanto quanto demais familiares, quando criança, embrulhei balas para ajuda na manutenção de nossa prole

Estudo

Meu pai era marceneiro e carpinteiro, minha mãe, prendas domesticas, através de seu simplíssimo educar, todos os filhos (éramos quatro) foram matriculados nas então fortíssimas escolas estaduais, mostrando-nos que estudar e trabalhar eram o caminho para futuro melhor; anos depois, através estudos, abiscoitei o Diploma Universitário

Concurso

Na época das inscrições para a prova do concurso ao cargo de Investigador da Policia Civil do estado de São Paulo, os pretendentes eram obrigados a apresentar atestado de conclusão do 2° grau, apesar de meu esquecer, avalizo que as provas foram difíceis, sequencialmente, Academia da Policia Civil, tendo curso de múltiplas matérias

Salário

Igual a todos os trabalhadores da iniciativa privada, sempre vivi e vivo do ordenado mensal, vez que, nunca tive e não tenho vocação para ganha-lo roubando como você e seus asseclas perpetraram nos órgãos, público-privado

Oportunidades

De praticar ilegalidade tanto em minha atividade profissional, ou, pré-profissional, arbitrando futebol, as tive e não foram poucas. Não as aceitei, por ter tido caminhar respeitoso para com a coisa alheia, assim como, e principalmente, com os ensinamentos recebidos de meus genitores

Desfavorável

Você praticou e incentiva o oposto do caminho decente, vez que: Não estudou e pouco trabalhou, aproveitando ocasiões, na época da inflação, de acordo com dirigente da Volkswagen, recebeste dinheiro para incentivar as greves dos trabalhadores das montadoras, este proceder, ocasionou desempregos e problemas em muitas famílias

Fortuna

Conforme apurações e publicações, você auto intitula-se, o mais honesto dos brasileiros, estranhamente, do nada que descreves ter vindo, conforme investigação e revelação em alguns periódicos; passou a ser parte integrante do grupo dos milionários do planeta terra

Defesa

Acredito que os advogados de prestígio e sabedoria que você e família, cobram o denominado e popular olho da cara; este fato, me deixa encabulado, sendo assim desafio você e seus filhos a comprovarem a origem de cada centavo referente à paga dos honorários dos defensores, assim como, a prova honesta da origem de suas riquezas

Concluindo

Lula-ladrão

Enganou maioria da população desprovida de ambição para o honesto; rápido e aloucado, praticou o repugnante “ Toma Lá Dá Cá”, proceder que levou 12 milhões ao desemprego, quanto  à falência nas áreas da saúde, segurança, habitação, e por ai, e, em detrimento de todos nós, o descrédito internacional ao  nosso amado Brasil, brasileiro

Castigo

Havendo justiça por parte dos representantes das leis, confio que você, família e asseclas sejam condenados a devolver com juros e correções tudo que auferiam desde sua iniciação na politica partidária

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Finalizando

“Quando eu perder a capacidade de indignar-me ante a hipocrisia e as injustiças deste mundo, enterre-me: por certo que já estou morto”

Augusto Branco – é um poeta e escritor brasileiro 

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-17/09/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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