Internacional troca decência de Falcão por grupo de empresários da obscura “A Liga”, parceiros de Franck Henouda

fernando carvalho e ricardo teixeira

Há muito mais por trás da demissão de Paulo Roberto Falcão, do Internacional, do que propriamente os resultados dentro de campo, fruto mais da inadequada formação de elenco da atual gestão Colorada, do que propriamente do trabalho do treinador (que sequer passou do início).

A queda abriu espaço para o grupo denominado “A Liga”, comandado pelo empresário de jogadores Fernando Carvalho (que foi alçado à diretoria de futebol), com ramificações internacionais (com o perdão do trocadilho) administradas pelo franco-argelino Franck Henouda (tratado por publicações europeias como braço de agentes apontados como mafiosos, atuantes no velho continente que lavariam dinheiro em esportes no Brasil) e o auxílio do treinador Celso Roth, fiel viabilizador da operação.

Até o tal do “Chumbinho”, agente dessa gente (membro da Liga), está de volta ao Beira Rio, como gerente de futebol.

O Inter será utilizado, nos próximos meses, como entreposto de negócios de empresários, podendo ou não se safar, mais por sorte do que prioridade dos dirigentes, do temido rebaixamento.

Ainda assim, em caindo de divisão (o que é possível diante do quadro apresentado), somente os torcedores lamentarão, porque é exatamente na reforma de elenco que a turma dará “Liga” à novas contratações.

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