WTorre e os bastidores do “gramado sintético” na Arena Palestra

wtorre lava jato

O setor de comunicação da WTORRE deixou escapar, durante a semana, balão de ensaio (matéria positiva) sobre a possível troca de gramado da Arena Palestra (de natural para material sintético).

Tentaram vender o evidente despropósito como algo positivo.

Não é.

11 entre 10 jogadores de futebol abominam jogar nesse tipo de piso.

Sem contar que treinar em local diferente da maioria dos gramados existentes no país, evidentemente, proporcionaria desvantagem esportiva para os jogadores do Palmeiras.

A construtora alega que seria a única maneira de impedir a deterioração do gramado após shows e eventos realizados no campo, esquecendo-se, porém, de promessa feita a dirigentes palestrinos, antes da assinatura do contrato, de possuir “uma tecnologia inovadora” para impedir referido desgaste.

Ao que perece, tratava-se de lorota.

Alertados pelo histórico da WTORRE de não se preocupar com os problemas ocasionados ao clube com os litígios entre as partes na gestão da Arena, descobrimos que a construtora deve considerável quantia para a World Sports, justamente a empresa que aparece como a responsável pela provável troca de gramado.

O que motivaria uma credora a trabalhar novamente para quem, recentemente, teria lhe aplicado o calote ?

Há quem diga que orçamento superfaturado com divisão de gastos entre Palmeiras e WTorre poderia, se levado a cabo, justificar a operação.

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