Palmeiras e a grave ofensa do Diário Clarin

Repercutiu, ontem, ofensiva e mentirosa matéria do Diário Clarin, da Argentina, tratando o Palmeiras, não apenas como apoiador da candidatura de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil, mas justificando-a com suposto passado fascista do clube.
Os gatilhos da inverdade foram manifestações, favoráveis ao candidato, de torcedores alviverdes no metrô e, isoladamente, do jogador Felipe Melo.
Fez bem o clube em responder, por nota oficial, e também nas páginas do próprio jornal, rechaçando a ligação, apesar de Bolsonaro, sempre que pode, estar presente, de fato, nas tribunas palestrinas.
Seria histórico, porém, se a nota não tivesse mantido neutralidade.
Ao Clarin, que, em tempos de internet, teria todos os meios possíveis para verificar passado e presente palestrino, o erro é injustificável, beira à má-fé e não deveria passar em branco pelo departamento jurídico alviverde.

Só ‘meros’ questionamentos (s/ ódio – c/ uma pitadinha d tiração d onda, mas s/ raiva)…
periódico Clarín fosse d esquerda o econopetista “Babaluzzo” teria msma reação?
s ñ pod chamar um clube c/ passado* mussolinista d “il ducista”, pq pod chamar um clube hétero d homo?
no blog do Komunista fala-se sobre “estigmatização”, mas ñ seria exatamente isso q fazem c/ o SPFC?
ps*: no passado aparentemente houve uma certa identificação, hj não tem mais nada a ver!
abs a todos