Corrupção na base do Palmeiras

O “Lobo” e as “organizadas”

“Tem muita gente que manipula. Vi vários amigos muito bons, mas que não tinham chance porque não tinham bons empresários. Conheci jogadores que ganhavam 10 mil reais e pagavam 2 mil a diretores para seguirem no clube (Palmeiras), sempre renovando contrato. Eles me contavam. Já chegaram a oferecer para mim, mas não aceitei. É muita sujeira.”

(João Arthur – ex-jogador do Palmeiras)


O ex-jogador do Palmeiras, João Arthur, declarou, em entrevista ao site Globo Esporte, que abandonou o futebol desiludido com a corrupção, citando os “esquemas” existentes nas categorias de base do Verdão.

O caso não pode passar batido.

Há ainda entre os dirigentes atuais alguns que trabalhavam naquela época, razão pela qual existe a absoluta necessidade de investigação.

O assunto, corrupção na base, é conhecido de toda a coletividade palestrina, mas, estranhamente, nunca é devidamente combatido.

Ex-presidente do Palmeiras, o Prof. Belluzzo, na mesma entrevista, disse:

“Isso é uma coisa normal no futebol. Ocorria no Palmeiras com grande frequência. É um negócio terrível na base. Diretor e empresário sempre se metendo. É uma teia de relações complicadas. Os meninos deveriam vir até nós para denunciar, mas não falavam”.

Dirigentes e conselheiros do clube precisam exigir, imediatamente, ações incisivas no departamento amador palestrino, há anos conhecido pelas inaceitáveis práticas relatadas na matéria.

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