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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Exerça a profissão de forma ética, com honestidade e competência que o sucesso será consequência”

Hamilton de A. Costa – pensador

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globo

O pseudo defensor dos árbitros

Sérgio Corrêa da Silva não toma jeito. Para se segurar no cargo de presidente da CA-CBF, do qual, recebe opulenta remuneração, não se acanha em tomar iniciativas que expressem sua submissão ao imposto por seus superiores, mesmo, que estas, acarretem prejuízo aos árbitros.

Direito de imagem 

Conforme legislação cabe aos árbitros o recebimento do direito de imagem, entretanto, como sempre, a CBF, através seus “impolutos” dirigentes, nunca cumpriu com seu dever e obrigação

Renúncia do direito

Para ter continuidade e legalizar o não cumprimento da legislação, certamente, em uma das nublosas salas do prédio da entidade maior do futebol brasileiro, cabeças se reuniram e emitiram documento, inserindo o desistir do árbitro, em receber o direito dado em lei, por longínquos, vinte anos

Subscreva

Conforme informações, na condição de funcionário direto ou indireto da CBF, Sérgio Corrêa da Silva, dado momento, durante reuniões elucidativas sobre a modificação referente às leis do jogo com grupos de árbitros, entrega oficio constando a desistência dos mesmos sobre direito de imagem e, na manhã, solicita que aponham as respectivas assinaturas

Conivência

O nível cultural e educacional dos árbitros é bem proveitoso, por este motivo, nenhum deles, pode alegar ter sofrido pressões para subscrever a documentação apresentada; não concordando, não assine

Financeiro

Desde os meus tempos, boa parte dos árbitros da CBF e federações, tem nas taxas o principal meio de sua sustentação; se casado, inclui a família

Difícil

Acreditar que haverá negativas, caso haja, o falso defensor dos árbitros, na maior cara dura, afiança que não haverá perseguições

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Final da Serie A1 do Paulistão 2016

Domingo 08/05

Santos 1 x 0 Grêmio Osasco Audax

Árbitro: Raphael Claus

Assistente 01: Anderson José de Moraes Coelho

Assistente 02: Alex Ang Ribeiro

Quarto Árbitro: José Claudio Rocha Filho

Árbitro Assistente Adicional 1: Eduardo Vequi Marciano

Item Técnico

No tocante a este inciso, poucas foram às falhas do principal representante das leis do jogo.

Cincada

Feia cometeu o assistente Alex Ang Ribeiro ao apontar impedimento no momento que Joel, atacante santista recebeu a pelota e chutou para o fundo da rede adversária

Ressaltando

No ato Raphael Claus, meio duvidoso, decidiu apoiar o assistente

Item Disciplinar

Gabigol, deveria ter sido expulso. Explico:

– Nos primeiros minutos da refrega, quando da disputa pela bola, entre o santista e um dos oponentes, ocorrida próximo do local de trabalho do assistente,

– por ultimo, a bola bateu no santista, saindo pela linha de fundo,

– corretamente, assistente apontou tiro de meta; neste momento, acintosamente, Gabigol se volta contra o assistente, aos gestos e palavras,

– de imediato, Raphael Claus se aproxima do mimado e indisciplinado santista, no movimento, sem nenhuma intenção, o árbitro,

– colide sua testa com a testa do santista, trocam palavras e, nada de cartão

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Copa Libertadores da América 2016

Quarta Feira 11/05

São Paulo 1 x 0 Atlético – MG

Árbitro: Wilmar Roldán (FIFA-COL)

Item Técnico

Poucos deslizes; no todo, aceitável

Item Disciplinar

Pecou e muito, dentre estes, por não ter expulsado o são paulino PH Ganso quando da violenta falta em um oponente, que originou pequena confusão, da qual, deveria ter expulsado Marcos Rocha, defensor da equipe mineira, no momento em que acertou tapa em um oponente

Concluo

A indesculpável atuação do árbitro no item disciplinar, certamente, transferiu para a contenda final, prováveis agressões entre os litigantes

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Política

1

Os golpes do petismo

O impeachment não é um golpe. O impeachment é um contragolpe. O golpe começou em 2002 com a “Revolução Pacífica”, como eles chamavam a tomada do poder. Nunca se consideraram “eleitos”, mas invasores do chamado Estado Burguês.

E começaram os golpes contra a República. Golpe deram esses caras com a eleição do Lula, buraco por onde se infiltraram os velhos comunas desempregados desde 68 para fazer uma revolução por dentro do Estado (uma vulgata ridícula de Gramsci), para libertar o Brasil do “capitalismo neoliberal de direita contra o povo brasileiro”, do qual se consideram os vanguardeiros. E partiram para o desmanche do país, como se o capitalismo fosse um regime político, e não um modo de produção. Dilma está sendo julgada pelas pedaladas fiscais, gravíssimas, mas tecnicamente difíceis de entender para a população. E os petistas se agarraram a essa tecnicalidade complexa para dizer que não as cometeram.

As pedaladas foram, sim, o estopim para a grande crise a que assistimos, mas Dilma está sendo impedida por muitos outros golpes.

Foram golpe as mentiras que tramaram nas eleições de 2014, foram golpe as malandragens com as contas publicas para maquiar despesas e manter preços baixos, foi golpe a entrega do tesouro aos aliados, com permissão (desde Lula) para roubar, foi golpe a nomeação de milhares de vagabundos para cargos públicos aparelhados, foi golpe a destruição da Petrobrás, provocada pela absoluta displicência do governo com nossa maior empresa, foi golpe a estupidez da “nova matriz econômica”, que desfez tudo que estava feito para impor uma absurda agenda bolivariana num país capitalista, foram golpes as obras prometidas e inacabadas ou abandonadas, foi golpe a Dilma autorizar a compra da refinaria de Pasadena, a lata velha de US$ 1,5 bilhão, quando Dilma era presidente do Conselho da Empresa (só isso já justificaria um impeachment), é golpe denunciar às organizações estrangeiras um “golpe”, pedindo sanções contra o próprio país que dirigiu e desmanchou.

E o grande golpe se completou com 11 milhões de desempregados, com a indústria e o comércio quebrados. A lista é longa, muito além das pedaladas.

Ainda bem que esses golpes estão mergulhando na lata de lixo da História, junto com os velhos comunas que não viram cair nem o Muro do Berlim.

Autoria do jornalista Arnaldo Jabor – publicado no Estadão do dia 13/05/2016

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Finalizando

“Não vale nada um povo que não sabe defender a honra da sua Pátria”

Friedrich Schiller – foi um poeta, dramaturgo, filósofo e historiador alemão

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-14/05/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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