Conselho de Ética do São Paulo trabalha para ocultar desvios de conduta de dirigentes

jose roberto blum

Presidido por um desembargador, o Dr. José Roberto Blum (foto), o que torna as coisas ainda mais vergonhosas, o Conselho de Ética do São Paulo sai absolutamente desmoralizado do episódio da investigação dos desvios de conduta do ex-presidente do clube, Carlos Miguel Aidar.

Os procedimentos mínimos não foram levados a cabo, e, os conselheiros, quando cobrados, escondiam-se atras das mais variadas desculpas.

Entre as quais, a de que uma das razões para a demora da investigação era a qualidade do áudio, impedidor de se ter certeza do que diziam, e quem seriam, os envolvidos.

Fato que obrigou um dos interlocutores, Ataide Gil Guerreiro, a divulgá-lo publicamente (com transcrição), escancarando a bravata.

Indignados, em vez de punir Aidar, (que é da patota, ex-presidente da combalida OAB), a turma do desembargador preferiu atacar o denunciante, sob o ultrapassado e constrangedor argumento de que “expôs” a instituição.

Enquanto o São Paulo estiver sob as asas de grupos acostumados, seja no TJ-SP ou no submundo esportivo, a fazer “vistas grossas” a maus-feitos de assemelhados, o clube encontrará enormes dificuldades para retomar os caminhos vencedores trilhados em tempos não muito distantes.

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