CBF: o presidente sem noção

“Estou vindo para dar continuidade ao belo trabalho de Del Nero”
(MARCUS VICENTE, novo presidente da CBF)

“Estou vindo para dar continuidade ao belo trabalho de Del Nero”
(MARCUS VICENTE, novo presidente da CBF)
Todos os 400 conselheiros corinthianos receberam essa carta. Foi enviada pelo associado Rolando Wohlers, o Cyborg do Corinthians. Nela ele demonstra o seu repúdio ao poder paralelo que comanda o clube com a conivência da atual diretoria. Andres Sanchez e Alberto Dualib receberam em mãos. Confira abaixo. Facebook Comments
(Trecho da coluna de REINALDO AZEVEDO, na FOLHA) “Defende-se hoje, a céu aberto, que PMs enfrentem desarmados os fascistoides que vão para as ruas portando coquetéis molotov –e assim é desde a primeira manifestação em São Paulo, no dia 6 de junho do ano passado. Tenta-se linchar um policial que cometeu a ousadia da legítima…
Da FOLHA Por MARILIZ PEREIRA JORGE O voto à condenação veio de Cármen Lúcia, uma mulher sem filhos, independente, bem-sucedida, avesso completo do figurino bolsonarista A Justiça não tem gênero, embora na praça dos Três Poderes ela seja representada por Têmis, a deusa da mitologia grega, que equilibra a balança com a frieza de quem deve ser imparcial….
Ontem, o STJ determinou que a dívida, corrigida em R$ 200 milhões, que o ex-presidente Manoel Da Lupa tentou empurrar à Portuguesa, terá que ser quitada pelo espólio do cartola. Trata-se de empréstimo realizado pelo Banco Banif. Não era o único. A outra dívida, porém, foi saneada no mesmo período em que a Lusa escalou,…
Num triste episódio, que expressa bem a maneira de pensar dos dirigentes santistas, um dos maiores ídolos da história do clube, o volante Zito, responsável por dar retaguarda ao fantástico ataque do Peixe, nos anos 60, foi humilhado na porta da Vila Belmiro. Por razões políticas, proibiram seu ingresso nas dependências do Santos. Situação que…
A Seleção Brasileira fez uma ótima apresentação no Estádio dos Políticos. Goleou Portugal por seis a dois, que poderiam ter sido ainda mais se o ímpeto da primeira etapa fosse mantido. A equipe portuguesa, sem Felipão, voltou a ser o que era nos anos oitenta. Sem força e com futebol inexpressivo. Mas o Brasil,…
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