Denúncias graves na gestão milionária do FUTSAL corinthiano
Mesmo administrando a folha de pagamento mais cara do Brasil, quiça da América Latina, o Corinthians não consegue vencer torneios importantes, como Libertadores ou Liga Nacional de FUTSAL.
São R$ 3 milhões anuais, no mínimo.
Alguns jogadores recebem salários maiores do que profissionais do futebol de campo, que, por razões óbvias, trazem mais retorno e visibilidade.
Por exemplo: enquanto o jovem Malcom, a sensação do momento, tem vencimentos de R$ 10 mil mensais, nove atletas do FUTSAL recebem mais do que a revelação alvinegra:
Guita – R$ 38 mil; Simi – R$ 35 mil; Neto – R$ 30 mil; Valdin – R$ 30 mil; Nenê – R$ 15 mil; Deives – R$ 16 mil; Elissandro – R$ 12 mil; Caio – R$ 12 mil, Munin – R$ 10 mil, além de Careca com R$ 3 mil e Charuto, R$ 4 mil.
Além da flagrante incompetência, há ainda relatos de que dirigentes do clube tem levado vantagem financeira com a administração, e consequente supervalorização de salários.
Os diretores Fausto Bittar, vulgo Faustinho, e Lorenzo, estariam obrigando os atletas a assinarem compromissos com o clube por intermédio do agente Mauro, cunhado do ex-jogador da Seleção Brasileira Schumacher, que retornaria parte dos salários, acima da média, aos bolsos dos dirigentes.
Recentemente, vários desses contratos foram renovados, o que implica em dizer que os “beneficiários” do “esquema” continuarão levando vantagem, em prejuízo dos caixas alvinegros, mesmo em possível mudança de gestão.

