CBF desvia material histórico da Seleção Brasileira para famoso negociador de antiguidades

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A CBF acaba de cometer um crime – mais um – contra a história da Seleção Brasileira ao repassar a um conhecido negociador de antiguidades ligadas ao futebol, as cinco primeiras flâmulas trocadas na Copa do Mundo 2014 com outras confederações.

Não é a primeira vez.

O intermediário é Paulo Villena Gini, neto de ex-diretor do Corinthians, exaltado como maior colecionador de peças ligadas ao esporte do Brasil.

Porém, diferentemente doutros aficionados, o objetivo de Gini não é manter acervo, e sim lucrar com as negociações dos produtos.

Há quem diga que o “negociador” não passe de instrumento, em alguns casos, para dirigentes, funcionários de clubes e confederações lucrarem com desvio de material.

Alguns, como no caso das flâmulas, por razões óbvias, inegociáveis.

O preço, pela raridade, evidentemente não é pequeno.

Os facilitadores, ligados aos de clubes e a CBF, quando não vendem os ‘produtos” de cara, tratam de coloca-los no mercado, absolutamente informal e sem fiscalização, diria, até, ilegal, por meio de comodato com os tratados “colecionadores”.

Há vários atuando e servindo a essa gente.

Paulo Gini tem diversos contatos na CBF, que permitiram, por exemplo, durante o Mundial, que fizesse turnê no Brasil inteiro exibindo suas “peças”, com a chancela da entidade, financiamento do BNDES e o sorriso sempre fácil do capitão Cafú, ligadíssimo à cúpula que comanda o futebol nacional.

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ABAIXO O ANUNCIO DA PAULO GINI COMEMORANDO A AQUISIÇÃO DAS HISTÓRICAS FLÂMULAS DA SELEÇÃO BRASILEIRA, CITANDO QUE FORAM TROCADAS PELO CAPITÃO THIAGO SILVA

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PERFIL DO MERCADO LIVRE EM QUE PAULO GINI COMERCIALIZA OS MATERIAIS DESVIADOS

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EM TEMPO: Paulo Gini é absolutamente exaltado por parte da imprensa do país, e, mesmo atuando no Mercado Negro dos desvios de materiais históricos, vez por outra, é apresentado como grande colecionador.

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