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Fernando Garcia esconde 25 jogadores do Corinthians na “laranja” ART SPORTS SOCCER

paulo garcia e irmãos

Recentemente, o empresário de jogadores Fernando Garcia, irmão do candidato a presidente do Corinthians, o dono da Kalunga, Paulo Garcia, foi flagrado em exposição pública do fatiamento dos direitos econômicos do jogador Malcom, a quem tenta, a todo custo, vender para o mercado europeu.

Seriam 30% do Corinthians, 40% de Fernando Garcia, 15 % de uma empresa discriminada apenas como ART (que ninguém sabia dizer do que se tratava) e outros 15% para o jogador.

Durante a campanha política do clube, Paulo Garcia, mais preocupado em defender o irmão do que expor suas propostas, mentiu, ao dizer que o intermediário possuía, se tanto, quatro ou cinco jogadores do Corinthians, todos justificados como pagamento de empréstimos, dos quais, até os dias atuais, ninguém teve acesso a documentação.

Em apuração, descobrimos que a empresa ART, na verdade, trata-se da ART SPORT SOCCER, que, além dos cinco jogadores listados pela família Garcia, e que fazem parte da empresa mais conhecida de Fernando, a LF ASSESSORIA, esconde outros 20 atletas do clube, num total de 25 jogadores (grande parte da categoria de base).

Um escândalo sem precedentes.

Nem mesmo Carlos Leite, no auge de suas negociatas com o treinador Mano Menezes, foi tão abusado.

São eles:

Malcom, Petros, Uendel, Guilherme Aranas, Cleber (recém negociado), Arlindo, Luiz Fernando, Guilherme Mantuan, Matheus Cassini, Felipe, Lucas, Luis Galvão, Marcio PC (Flamengo Guarulhos), Arthur, Franklin, Lucas Balardin, Gabriel Speto, Lucas Minele, Marquinhos, Matheus Souza, Renan Guedes, Gabriel Souza (Flamengo Guarulhos), Willian Arão, Denner e Henrique Teixeira.

Há jogadores doutros clubes, inclusive da Penapolense (quintal da “organização”), mas em quantidade muito inferior aos que são relacionados ao Corinthians, evidente facilitador dos esquemas amplamente divulgados.

Além da evidente promiscuidade entre departamento de futebol do clube, à época comandado por Roberto “da Nova” Andrade, também candidato a presidência, do amador, gerido por Fernando Alba, com um conselheiro alvinegro (ato proibido pelo estatuto), constata-se, também, no caso de Malcom, que, em vez de possuir “apenas” 40% dos direitos do atleta, a família Garcia tem, na verdade, 70%, já que os outros 15%, em nome do jogador, evidentemente trata-se de subterfúgio conhecido para remunerar agentes e dirigentes envolvidos nas transações.

Para não aparecer como proprietário da ART SPORTS SOCCER, Fernando a registrou em nome do agente FIFA Nilson Simplício de Moura, colocando, ainda, o ex-jogador Celio Silva como um dos “intermediadores’ e o inqualificável André Campoi para aliciar os pintinhos ainda no galinheiro, todos ‘laranjas” históricos do ex-presidente Andres Sanches e também do falecido Nesi Curi.

art sports 1

EM TEMPO: a indicação, na página da empresa, de parceria com o Noroeste de Baurú, infelicitado, por anos, pela família Garcia, não é mera coincidência.

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1 comentário em “Fernando Garcia esconde 25 jogadores do Corinthians na “laranja” ART SPORTS SOCCER”

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