A farsa da “ajuda” do empresário Fernando Garcia ao Corinthians

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Ambos, situação e oposição do Corinthians, defendem, por razões distintas – ou não – as práticas e negócios do empresário de jogadores Fernando Garcia, conselheiro do clube que loteou quase toda as categorias de base alvinegra, além de amealhar, também, jogadores profissionais.

“Ele ajudou o clube”, dizem todos, sob argumentação de que empréstimos do intermediário quitaram pendências da agremiação, e que, em troca, foi “benevolente” em aceitar como pagamento percentuais de atletas ainda por vingar.

Não é verdade.

Inexiste assistencialismo quando, no negócio, todos ganham comissão.

E não foram pequenas.

Além disso, é publico e notório que jogadores ao vestirem a camisa do clube, mesmo que apenas por alguns minutos, são amplamente valorizados, o que torna a prática, por razões óbvias, sempre superavitária.

Uma coisa é receber parte de atletas do “Três Tetas FC.”, outra, do Corinthians.

Os atuais dirigentes alvinegros, principalmente os ligados ao futebol, foram todos beneficiados com os negócios de Fernando Garcia, enquanto seu irmão, Paulo Garcia, que antes vendia a ideia nos bastidores de que não se dava com o familiar, hoje sequer esconde a aprovação das atitudes.

Há quem diga, e não são poucos, que a dupla da Kalunga não seria sócia apenas no ramo de papeis, o que justificaria, em tese, os R$ 600 mil doados, por ambos, à campanha do ex-presidente Andres Sanches, de hábitos amplamente conhecidos no mercado da bola, pelos quais foi apelidado “Taxinha”.

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