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Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Corpo, dinheiro e beleza não são tudo nessa vida, mas caráter, honestidade e dignidade sempre”

MrDiegão

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33ª Rodada da Série A do Brasileirão-2014

Sábado 08/11

Palmeiras 0 x 2 Atlético-MG

Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE)

Os representantes das leis do jogo não tiveram influencia no resultado.

Domingo – 09/11

Corinthians 1 x 0 Santos

Árbitro: Vinicius Furlan (SP)

Item Técnico

Acertou nos lances principais

No Todo:

Trabalho aceitável

Vitória-BA 1 x 2 São Paulo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

Itens Técnico/Disciplinar

Sem problemas

Grêmio 4 x 1 Internacional

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (FIFA-SP)

Itens Técnico/Disciplinar

Trabalho admissível; quando exigido, se fez presente

Quarta Feira 12/11

Partida antecipada referente à 35ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2014

São Paulo 1 x 1 Internacional

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-SC)

Árbitro Assistente 01: Kleber Lucio Gil (FIFA-SC)

Árbitro Assistente 02: Nadine Schramm Camara Bastos (FIFA-SC)

Item Técnico

Anormalidades:

O gol que abriu o placar a favor do internacional, marcado por Paulão, foi irregular. Explico:

– quando do lançamento da bola em sua direção, Paulão, se encontrava por volta de 1 metro à

– frente do penúltimo defensor do São Paulo, em claríssima posição de impedimento; assim

– que tocou na redonda, o assistente 01: Kleber Lucio Gil deveria ter levantado a bandeirinha

– para sinalizar a irregularidade do atleta da equipe gaucha; como não o fez, o Adicional 01:

– Edmundo Alves do Nascimento (SC) teria a obrigação de fazê-lo. No entanto, o erro basilar,

– pode e deve ser debitado ao árbitro Heber Roberto Lopes, por estar bem colocado, com domínio

– visual do lance.

Neste fato

– por não ter tido a coragem de soprar a latinha e bater uma das mãos no peito, expressando que

– chamou à responsabilidade, Heber Roberto Lopes, jogou a carga pro assistente 01

Árbitro Assistente 01 Kleber Lucio Gil

Deixou de sinalizar impedimento do atacante são-paulino Luiz Fabiano, que originou defesa difícil

– do goleiro da equipe gaucha

Item Disciplinar

Heber Roberto Lopes se fez de migué em muitos lances e reclamações dos litigantes

No Todo

Péssima atuação do árbitro, do assistente 01, como também, do adicional 01

Copa do Brasil 2014 – Primeira partida das duas finais

Atlético-MG 2 x 0 Cruzeiro

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Árbitro Assistente 01: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP)

Árbitro Assistente 02: Rodrigo F Henrique Correa (RJ)

Item Técnico

  1. a) Gol Impedido: Equipe do Cruzeiro prejudicada

Por volta do 9º minuto da etapa inicial, Marcos Rocha, defensor da equipe atleticana, cruzou a

– redonda pro interior da área; na descida da bola, seu consorte Luan, em posição impedimento,

– subiu e cabeceou a bola, pro fundo da rede adversária. Apesar de difícil, a responsabilidade do

– erro deve ser creditada para o assistente 02: Rodrigo F Henrique Correa (RJ)

  1. b) Não deu Pênalti. Equipe do Cruzeiro ficou no prejuízo

Por volta do 34º minuto da segunda etapa, bola cruzada da direita do ataque, para o interior da

– área atleticana, na descida, um dos defensores do Atlético, subiu com o braço direito na altura

– de sua cabeça; a ação do atleticano desviou a trajetória da bola. Conforme orientação da CA-CBF,

– presidida por Sergio Correa da Silva, era dever e obrigação do árbitro, marcar penalidade máxima

Concluindo

De maneira indireta os representantes das leis do jogo, interferiram no resultado da refrega

Política

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Universo Paralelo

A presidente Dilma Rousseff procurou aparentar tranqüilidade diante do gestual animoso escolhido pela senadora Marta Suplicy para deixar o Ministério da Cultura. Acabou, porém, tropeçando nas palavras e atropelando a realidade.

Principalmente quando, na mesma entrevista dada no Catar a caminho da reunião do G-20, na Austrália, Dilma considerou que a reforma do Ministério não é uma questão urgente. “Vou fazer por partes”, anunciou a presidente.

De duas, uma: ou se trata de mero despiste ou a chefe da nação parece ser a única a não se dar conta de que o seu segundo mandato já começou. As circunstâncias não lhe oferecem período de carência. Carrega o ônus da vitória, sendo alvo de pressões de todo o lado. Não bastasse a oposição fortalecida e o maior partido aliado, o PMDB, em estado de rebelião surda, há movimentos estranhos partindo dentro do próprio PT, todo cheio de insatisfações.

Isso sem falar no que não se sabe que vem por aí em decorrência das investigações dos ilícitos cometidos na Petrobras. Só se sabe que não é coisa de pequena monta. Nada está mais sob o controle do governo, há investigação no âmbito internacional, trata-se, pois, de um fato que ganhou pernas próprias. Estava desde o início claríssimo que o menor dos problemas nesse episódio era a repercussão eleitoral.

Desse caso é bem possível que se extrai uma terceira hipótese para alegada falta de pressa na reforma ministerial. Como envolve políticos da base governista e partidos que seriam contemplados com cargos na administração federal, é de se imaginar que a presidente esteja atuando com cautela.

Provavelmente aguardando informações mais seguras decorrentes dos acordos de delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef para não correr o risco de indicar pessoas que estejam envolvidas no esquema de corrupção montado na estatal sobre cuja existência já não resta dúvida.

De qualquer forma, a pasta da Fazenda estaria fora dessa zona de perigo. Ademais, a presidente havia indicado que anunciaria o nome após a reunião do G-20. Ontem deixou a questão em aberto. Esse tipo de ambigüidade pode até ter razões estratégicas, mas não ajuda a reconstruir o capital de confiabilidade, cuja erosão foi ainda mais aprofundada na campanha eleitoral. A palavra da presidente saiu dela gravemente ferida no quesito credibilidade e continua sendo massacrada. Em questões de maior ou menor relevância.

Por exemplo, a versão de que os termos e o rito da demissão de Marta Suplicy estavam previamente combinados entre as duas é inverossímil. Fosse assim, não teriam sido de surpresa e perplexidade as reações em Brasília. O ministro da Fazenda tampouco teria rebatido as críticas de Marta à equipe econômica.

Guido Mantega, aliás, ficou falando sozinho depois que Dilma resolveu dizer que a ministra demissionária nada havia feito de diferente “de outros ministros”, todos, segundo a presidente, donos do pleno direito de “dar opinião”.

Não foi o que se viu ao longo dos últimos quatro anos, não é o que se depreende das palavras e atitudes de Dilma, de Mantega e agora mesmo na justificativa da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, ao Congresso sobre a proposta de alteração da meta fiscal. Não obstante as evidências de que há descontrole nas contas – expressas em todas as medidas pós-eleitorais – para o governo vai tudo bem e quem diz o contrário é mensageiro do fracasso.

A respeito do que entende como o perfeito direito “das pessoas de dar opinião”, a presidente teve oportunidade de detalhar ao desautorizar especulações sobre a reforma ministerial: “O Palácio não fala. O Palácio é integrado por paredes mudas, só quem fala sobre reforma ministerial é esta modesta pessoa que vos fala aqui”. Modéstia à parte

(Autoria da Jornalista Dora Kramer)

Educação

Pais & Filhos

10 REGRAS PARA FILHOS… …DELINQUENTES

1ª – Comece, desde a infância, a dar ao seu filho tudo o que ele

quiser. Assim quando ele crescer acreditará que o mundo tem obrigação

de satisfazer todos os seus desejos.

2ª – Se, enquanto pequeno, o seu filho utilizar expressões grosseiras,

nomes feios… Ache graça! Isso fará com que ele se convença de que é

interessante e o levará a refinar a sua linguagem.

3ª – Não lhe dê qualquer orientação religiosa e nem princípios morais.

Espere pela sua maioridade para que, feitos os 18 anos, ele decida por

si mesmo.

4ª – Evite recriminá-lo, para que ele não crie um complexo de culpa.

Estes complexos, como todos nos sabemos, não deixam que as crianças

desenvolvam a sua personalidade.

5ª – Faça sempre tudo àquilo que seu filho deveria fazer. Arrumem as

suas coisas, apanhem o que ele deixar pelo o chão… Desta maneira,

ele se habituará a empurrar para os outros as suas responsabilidades.

6ª – Deixe que o seu filho leia, ou veja na Internet, tudo o que ele

quiser. Tenham o maior cuidado em esterilizar os talheres, os pratos e

os copos, mas deixem que o seu espírito se alimente de imundices.

7ª – Discuta e se zangue com freqüência na frente dele. Isso é muito

útil para que ele se convença de que a família é uma instituição

nociva e de que não deve qualquer respeito aos seus pais.

8ª – Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Evite que ele o ganhe com

o seu próprio trabalho. Deixe-o ser feliz enquanto é jovem… Porque

ele deveria passar pelas mesmas dificuldades que você passou?

9ª – Satisfaça todas as suas exigências, no que se refere à

alimentação, vestuário e conforto, a fim de que seu filho não possa

nunca sentir-se frustrado. As frustrações, como se sabe, são

prejudiciais e torna as pessoas mais infelizes.

10ª – Defenda sempre o seu filho! Dos seus avós, dos tios, dos amigos,

dos professores e até da polícia. É tudo gente desprezível que apenas

pretende embirrar com ele…

Fazendo isso, prepare-se para uma vida de desgosto…

É a sua MERECIDA RECOMPENSA…

Panfleto da Polícia de Houston, Texas.

Finalizando

“É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais”.

Coelho Neto

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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-14/11/2014

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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