Capela sem efeito

hino a capela

Durante a Copa das Confederações, o hino brasileiro, cantado a capela por milhares de presentes aos estádios, em atitude surpreendente e espontânea, serviu de combustível para atuações turbinadas da nossa Seleção.

Indubitavelmente, tem sua parcela de colaboração na conquista do torneio.

Agora, meio que cantado “na obrigação”, com outras seleções indo no embalo, perdeu o efeito.

Nem os jogadores se emocionam mais – com exceções, como David Luiz – muito menos o público, que canta mais para participar da festa do que com o sentimento de nacionalismo explícito daquele tempo de manifestações populares.

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