PCC, PT, Globo e a “Tatollândia”

tatto

Por RODRIGO FREYTAS*

O PCC domina todas as cooperativas de transporte na cidade de São Paulo.

Eles lavam dinheiro de tráfico de drogas e a grande mídia não toca nesse assunto.

Deputados e vereadores petistas são donos de grandes frotas nas cooperativas de ônibus da zona leste. Assim como os bandidos do PCC, eles colocam laranjas como donos dos veículos que absurdamente são legalizados pelo PT desde 2002 pra prestar serviços de transporte.

O dinheiro que você paga nas linhas sub locais da zona leste de São Paulo, parte vai pra caixa 2 de políticos petistas e “companheiros”, e outra grande parte é lavado pelos criminosos que entram com dinheiro sujo do crime e recebem limpinho o dinheiro através do transporte coletivo.

Isso a Globo SP e a grande mídia não falam.

Não estou falando mal da globo nacional e sim da globo local de SP onde seus jornalistas são parciais e desde de que o Haddad entrou na prefeitura só fazem reportagens favoráveis a sua administração de transportes.

Não sou a favor das greves, porque o povo é prejudicado, porem a globo SP coloca manifestantes como se fossem bandidos.

Sendo que na realidade, os bandidos estão nas cooperativas e não nas empresas de ônibus.

A família Tatto e a família Moura, ambos do PT, tem centenas de ônibus nas cooperativas Transcooper, ass. Paulistana e Express. Obviamente colocam seus veículos em nomes de laranjas.

Seccionaram e unificaram linhas na zona leste de SP com o único intuito de beneficiar as cooperativas que agora tem linhas curtas e lucrativas que as pessoas são obrigadas a usar pra obrigatoriamente fazerem transbordo com uma linha troncal pra chegarem ao centro.

Antes desse prefeito mudar, as pessoas chegavam das periferias diretamente ao centro.

Com esta greve de hoje e o seccionamento das linhas as pessoas param no meio do trajeto, porque as linhas foram seccionadas.

Em lugar nenhum do mundo se muda tanto itinerário de linhas como aqui em SP.

Isso é um absurdo.

Cidades onde o transporte é levado a sério, os sistemas de bilhetagem são modernizados, são criados corredores, mas as linhas ficam. Existem por 20, 30, 50 anos e são apenas adequadas a demanda, porque são referências de orientação.

Agora aqui em São Paulo, com a guarita da imprensa local, muda-se as linhas radicalmente, prejudica o povo e ainda manipulam a opinião popular para beneficiar a prefeitura.

Imensos protestos foram feitos contra as alterações da “tattolandia”, mas a imprensa só põe no ar opiniões esparsas favoráveis.

*Rodrigo Freytas é profissional do transporte, em São Paulo.

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