Nomes de confiança da gestão Juvenal Juvêncio vão sendo afastados, aos poucos, de cargos importantes no São Paulo

aidar

Apesar de ter sido eleito para presidência do São Paulo com a chancela situacionista, e, por consequencia, utilizando-se do apoio de Juvenal Juvêncio e seus diretores, Carlos Miguel Aidar não parece disposto a retribuir a gentileza.

Nas últimas semanas vem tomando medidas que visam, claramente, retirar poder dos principais líderes da gestão anterior.

Uma das unanimidades no Departamento de Futebol, João Paulo de Jesus Lopes, foi retirado da pasta e colocado como vice-presidência de administração e finanças, dando lugar a Ataíde Gil Guerreiro, mais suscetível à política de aproximação com empresários de jogadores do novo presidente.

Outro braço direito de Juvenal, o advogado Francisco Manssur, foi colocado na parede: para assumir a diretoria de Relações Institucionais – por sinal, sem nenhuma importância – teria que abandonar os afazeres no escritório de advocacia que lhe garante o sustento.

Por razões óbvias, recusou a oferta.

O próprio Juvenal Juvêncio foi despachado para Cotia, com o cargo de Diretor de Futebol Amador, sem desagradar às partes, mas proporcionando certo alívio à atual diretoria.

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