“Baixaria” desnecessária

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Por GILTO AVALLONE*

Presidente Paulo Nobre, pessoa educada, de fino trato, empresário bem sucedido, milionário, boa educação de berço, sabe ler e escrever corretamente, também sabe fazer uso da faca e do garfo, poliglota esportista emérito, herói da cidade conforme um vereador puxa saco, único defeito esportivo: péssimo corredor de rali (maioria das vezes em último).

Possui todos os predicados merecidamente de ocupar a presidência do nosso Palmeiras, com a obrigação de nos tirar dessa encalacrada financeira, reerguer o futebol massacrado por incompetentes nas gestões anteriores, inclusive com um técnico fugindo das suas reponsabilidades, na hora do rebaixamento para a série B.

Os mais próximos dizem que seus assessores são chamados de executivos.

Pela simples denominação basta saber-se o desempenho de suas funções e como consequência salários acima da média dos outros clubes, pois há informações, nos outros clubes não há tanto executivos como nosso Palmeiras, estão correspondendo.

RACIOCINEMOS:

Presidente cercado de uma infinidade de executivos, pelo menos, se não todos, alguns devem ter um pouco de discernimento, pois a paga é excelente.

Com uma equipe recheada de executivos, como: assessoria de imprensa, executivos do departamento profissional, do inexistente marketing, mais alguns encostados, permitem que nosso Presidente se exponha a uma “baixaria desnecessária”, inútil e desgastante.

Quem o aconselhou, orientou e programou toda “choradeira” da perda da contratação do jogador Alan Kardec sem necessidade a frente da imprensa em uma entrevista coletiva deve ser das duas uma: de um primarismo impressionante, falta de sutileza e perspicácia por não sentir e perceber que teríamos reações e respostas que não seriam suaves, como foram ou segunda: incapazes de orientarem e assessorarem o Presidente, pior inimigos nossos.

Executivos de bom senso orientariam de não fazer polemica de um fato corriqueiro, na vida esportiva dos clubes, não expor o Presidente, nem a instituição a uma “baixaria desnecessária” como aconteceu.

Executivo, mas executivo mesmo, na acepção da palavra, esperto, sagaz, cônscios de suas obrigações e deveres para com a instituição, que nesse episódio ficou provado que não, assim aconselhariam o Presidente:

Presidente: curto e grosso, na coletiva sem polemizar, o que disser e afirmar em segundos as mídias estarão divulgando, diga:

“SENHORES DA IMPRENSA: Deixamos de contratar o jogador Alan Kardec, pois os valores pedidos e comissões a serem pagas, fogem por completo de nossa alçada financeira.

Outro clube está pagando muito mais que nós oferecemos e não temos condições como já disse de cobri-la, devido as nossas péssimas condições financeiras, eu não seria um Presidente com “os pés no chão” se assumisse um compromisso que não poderia honrar.”

Presidente: não fale mais que isso, as perguntas virão, terá mais de 50 jornalistas presentes que querem provocar uma “guerra” para venda de jornais e audiências nas suas mídias, use sempre a expressão “com os pés no chão”.

POIS BEM

Ótimos executivos ou assessores ou “os raios que os parta”, se fossem lúcidos e com um pouco de coerência, deveriam preservar e zelar pela imagem do Presidente e da instituição, não deixa-lo se expor da maneira que foi.

Infelizmente se dizem executivos cada dia que passa dão provas que não o são, o cruel de tudo é que inclusive está muito mal cercado de assessores o Presidente.

A dose é dupla, maus executivos e péssimos assessores.

“ACHO QUE NÃO PODEMOS FUGIR DA MUDANÇA, ELA NÃO FAZ MAL, SÓ OS EFEITOS DELA. A MUDANÇA É BOA, MAS TEM QUE ACONTECER DE DENTRO PARA FORA, NÃO DE FORA PARA DENTRO”.

*GILTO AVALLONE É DOS MAIS COMBATIVOS CONSELHEIROS DO PALMEIRAS

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