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Conexão Paraguai: os negócios lucrativos de Brunoro e Regis Marques no Palmeiras

regis marquesbrunoro

Desde que José Carlos Brunoro, parceiro do treinador V(W)anderlei(y) Luxemburgo, assumiu a chefia do futebol do Palmeiras, estranhos negócios vem sendo realizados com o empresário Regis Marques, brasileiro,mas atuante no Paraguai.

Jogadores inexpressivos contratados como se fossem promessas, em acertos realizados, quase sempre, nas dependências do Hotel Bourbon, em Assunção.

Em todos os negócios, Brunoro e Marques, sócios, segundo fonte ligada a uma das partes, dividiriam os salários com os atletas.

Vale a pena destacar, sem o conhecimento do presidente Paulo Nobre, que estaria sendo enganado nas operações.

No meio do ano passado, por absoluta insistência de Brunoro, o mandatário palestrino pagou, de seu próprio bolso, US$ 1,2 milhão para tirar Mendieta do Libertad e trazê-lo para o Verdão.

Jogando no Paraguai, o salário do atleta era de irrisórios US$ 3 mil mensais.

R$ 128 mil é o que o Palmeiras deposita em sua conta, todos os meses.

R$ 80 mil seriam, efetivamente, parte do salário do atleta, que seria obrigado, segundo informações, a transferir R$ 40 mil à conta de Regis Marques, valor depois dividido com Brunoro.

Caso semelhante é o de outra contratação palestrina, a do volante uruguaio Eguren, que também, não por coincidência, jogava no Libertad do Paraguai e é agenciado pelo mesmo empresário de Mendieta.

R$ 100 mil mensais é o salário pago pelo Verdão, sendo, segundo a mesma fonte, R$ 30 mil destinados à conta de Marques, que racharia o montante com o dirigente palestrino.

Recentemente, ávidos, talvez, pelo sucesso da “parceria”, Brunoro e seu empresário predileto ofereceram dois novos jogadores ao clube: o lateral Jorge Moreira, também da “fonte” Libertad, e o argentino Maxi Biancucchi, que Regis ajudou a levar do Olímpia para o Vitória/BA.

A grande questão, apesar das enormes evidências, é como comprovar as operações realizadas à margem do que é assinado em contrato, já que, por razões óbvias, comissionamentos que precisam permanecer ocultos não costumam emitir comprovantes ou recibos de pagamentos.

Nossa animada fonte, talvez por saber detalhes do assunto, forneceu um caminho a ser seguido pelo presidente Paulo Nobre, que, garante, não participa do esquema: pedir aos atletas citados os descuidados extratos mensais de sua contas, em que devem constar os saques, ou transferências, sempre dos mesmos valores, sem justificativas para tal.

Apesar de não serem obrigados a fornecer a citada documentação, se nada houver de suspeito, ou errado, talvez o façam, de boa vontade, até para que possíveis desgastes sejam evitados.

Em tempo: noutra transação, desta vez em parceria com Eduardo Uran, envolvendo esquema semelhante no desvio do goleiro Martin Silva, 30 anos, para o Vasco da Gama, desta feita com conhecimento do presidente, Regis Marques está sendo processado, no Paraguai, pelo presidente do Olímpia.

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