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Paulo André: “As manifestações de junho nos deram coragem”

Da CARTA CAPITAL

Um dos líderes do Bom Senso FC, o zagueiro corinthiano Paulo André, fala das propostas do movimento e promete medidas duras caso reivindi

Por Miguel Martins

As manifestações de junho cravaram o lema “não são só 20 centavos”. O bordão revelava como uma causa pontual poderia servir de estopim para uma discussão mais profunda sobre o transporte público no Brasil. A mobilização indutiva, do particular para o geral, tornou-se uma inspiração para vários setores da sociedade. Até mesmo para os jogadores de futebol, uma classe tradicionalmente desorganizada.

Embora não tenham formulado uma frase de efeito, é possível afirmar que o pontapé inicial do Bom Senso F.C., grupo com adesão de mais de mil jogadores das Séries A e B, começou com a negação “Não são só trinta dias de férias”. Inconformados com o fracionamento de seu descanso em 2014 por causa da Copa do Mundo, atletas experientes e consagrados decidiram formar o movimento em defesa de uma ampla reestruturação do futebol brasileiro.

Paulo André, zagueiro do Corinthians, é uma das lideranças do grupo. Acostumado a criticar o futebol brasileiro em seu blog, o jogador de 30 anos decidiu se unir à Alex, Seedorf, Juninho Pernambucano e outros craques em defesa da moralização do esporte. A primeira vitória do Bom Senso foi garantir as férias contínuas de 30 dias em 2014. Agora a luta é por um período maior de pré-temporada, pela redução do número de jogos das equipes grandes e pela criação de competições autossustentáveis para clubes pequenos.

Em entrevista a CartaCapital, Paulo André conta como começou sua militância no movimento, defende mudanças no calendário dos campeonatos estaduais, critica a postura do sindicato de jogadores, a Fenapaf, e elogia a entidade de classe do futebol francês, no qual atuou por quatro anos. E, claro, não tem dúvidas sobre o impacto das jornadas de junho sobre o Bom Senso. “Foram as manifestações que nos incentivaram e nos deram coragem. Quem não acreditava, concluiu que era possível fazer. Quem nunca tinha visto uma ação assim, falou: ‘Pô, que legal fazer isso. É pelo bem do País, pelo bem do futebol, vamos nessa.’”

CartaCapital: Como você se envolveu com o Bom Senso F.C.?

Paulo André: Por meio do Rafael Antoniutti, hoje assessor do grupo. Sempre reclamei dos problemas do futebol brasileiro no meu blog, no meu livro. Ao conversar com o Rafael, ele me falou: “Paulo, o Juan (zagueiro do internacional) comentou que falou com o Alex (meia do Coritiba) depois do último jogo, e eles estavam reclamando do número de jogos. Tudo o que você falou, eles falaram”. Eu respondi: “Pois é, eu vi o Seedorf comentando, o Juninho Pernambucano. Faz o seguinte: me consegue o telefone do Alex”. Mas eu não tive paciência, acessei o Twitter dele e mandei uma DM (mensagem direta). O Alex me passou o telefone no ato. Liguei e falei: “Acho que está na hora. Ninguém aguenta mais o que está acontecendo”.

CC: O que fez desse movimento um sucesso de adesão, ao conseguir o apoio de mil jogadores em poucas semanas?

PA: São dois fatores importantes. O primeiro é que realmente há uma necessidade de mudança, todo mundo cansado, irritado, machucado, prevendo um 2014 pior e um 2015 também. A segunda contribuição foram as manifestações de junho, que nos incentivaram e nos deram coragem para nos movimentarmos. Então, quem não acreditava, concluiu que era possível fazer. Quem nunca tinha visto uma ação assim, falou: “Pô, que legal fazer isso. É pelo bem do país, pelo bem do futebol, vamos nessa”.

CC: Como é para você estar liderando um movimento político no futebol e jogar no Corinthians, famoso pelo movimento da Democracia Corintiana nos anos 1980?

PA: O fato de eles terem feito o que fizeram, em um momento político muito mais difícil, serve de exemplo para todo brasileiro que busca melhorias e quer ser ouvido. Por estar no Corinthians, e o clube ser reconhecido por sua participação nas lutas sociais e históricas, isso me dá o suporte necessário para que eu tenha mais coragem e me sinta mais à vontade de fazer essa defesa. Os jogadores demoraram muito tempo desde a Democracia para se expor por causa de uma pressão gigantesca da opinião pública e dos torcedores, que não conseguem separar o domingo de jogo da segunda-feira de folga. Se você perde domingo, você não pode falar sobre nenhum outro assunto que não seja a sua derrota. Mas a gente conseguiu combinar uma solução: quem perdia ficava quieto, e quem ganhava falava, para que o movimento não morresse ou esfriasse. Sabemos que, mesmo com ideais, quando se mexe com contrato, rebaixamento ou luta por título, todo mundo vai olhar para o próprio umbigo e depois para a condição geral. Então conseguimos equilibrar bem esses dois instintos humanos para buscar melhorias para o futebol.

CC: O que você pensa sobre os campeonatos estaduais? Acha que eles têm de ser revistos?

PA: Nosso objetivo é rever uma fórmula para o calendário como um todo. Defendemos pressupostos. Temos diferentes modelos para apresentar, mas a ideia-base é igual: a redução do número de jogos das principais equipes do País e o aumento do número de jogos das equipes menores. Hoje são 687 clubes profissionais, dos quais apenas 60 tem calendário o ano inteiro. Outros 80 jogam copas estaduais. Estamos falando de 140 contra 687. Nem 25% dos times tem calendário, tem emprego de fato para os atletas. É preciso mudar o formato que vem sendo jogado. Você pode reduzir o número de jogos? Pode, mas o que se fará pelos pequenos? Será criado uma competição para que os pequenos joguem o resto do ano? Até agora ninguém falou sobre isso. Ninguém fala porque competição de clube pequeno não tem transmissão na TV. Então, a discussão é sobre como se criar um produto de qualidade para que haja interesse da TV e do público e assim garantir a autossuficiência dos clubes menores.

CC: Vocês conversaram sobre essa questão com o Juninho Paulista, atual gestor do Ituano, por exemplo?

PA: Ontem eu tive notícia de que o Juninho Paulista apoia o movimento e até sugeriu alguns pontos. Em Araraquara, recebemos um carta da associação dos torcedores históricos do Ferroviária de apoio ao Bom Senso. Eles agradeceram pela esperança de dias melhores e argumentaram que a solução para o clube não é jogar contra os times grandes. Eles querem um campeonato longo para poder jogar o ano inteiro.

CC: O Atlético Paranaense esse ano poupou os titulares no estadual e fez uma pré-temporada maior. Agora, está colhendo os frutos, com boas campanhas no Brasileirão e na Copa do Brasil. É um caminho possível a ser adotado?

PA: É um exemplo dentro dessa movimentação toda. O Mário Celso Petraglia, presidente do clube, é reconhecido por ser um grande gestor e por acreditar em suas convicções. Mais uma vez ele se antecipou a todo mundo, enxergou qual era a dificuldade, e vai colher os frutos em 2014. O caminho é possível, mas as amarras políticas no futebol brasileiro são apertadas. Como o Corinthians pode deixar de jogar o campeonato estadual se, por um lado, ele depende do dinheiro da Globo? E, por outro, a Globo compraria o campeonato se os grandes não participassem? A situação está engessada. Ninguém pode se movimentar.

CC: Porque os jogadores não se sentem representados pelo sindicato dos jogadores, a Fenapaf?

PA: No dia 19 de setembro, quando o sindicato soltou uma nota oficial dizendo que abria mão das negociações com a CBF e que torcia para os clubes e os atletas se acertarem, a gente ficou revoltado. Eles haviam ligado para gente e perguntado: “Vocês querem 24 ou 30 dias de férias?”. Dissemos que queríamos 30. Eles abriram mão da negociação por não ter conseguido alcançar um consenso com a CBF e com os clubes. Então decidimos ir sozinhos. Mas o diálogo com a Fenapaf já foi pior. Nessa última reunião, o sindicato estava presente. A gente vê que eles caminham na mesma direção, apesar de não defenderem as mesmas propostas. O que me parece estranho, pois, se o sindicato representa os atletas, ele deveria representar a vontade dos atletas. Temos mil assinaturas de atletas da série A e B que defendem as propostas do Bom Senso. Então me parece estranho a Fenapaf defender uma proposta que não seja a nossa.

CC: Vocês têm negociado com a Globo?

PA: Tivemos uma conversa com Marcelo Campos Pinto (diretor da Globo Esportes), que estava presente na reunião da segunda-feira 28. Eles têm a posição deles e defendem com maestria sua empresa, que visa lucro. O que me preocupa são as entidades do futebol, que não deveriam visar o lucro, não se importarem com a sociedade brasileira e com os times pequenos. A gente vê o futebol se arrastando. Ganhamos a Copa das Confederações, o que deu uma ludibriada em todo mundo. Mas a crise existencial do futebol brasileiro é evidente. Estamos ficando para trás. O único agente desse marasmo político que poderia se mobilizar eram os atletas. Conseguimos felizmente iniciar o movimento, mas é importante os clubes embarcarem e acreditarem que o estadual ou a quantidade de jogos está prejudicando não só a qualidade do jogo, mas a receita. Os clubes precisam entender que um campeonato mais exclusivo e qualificado pode aumentar a receita, pois haverá mais procura de torcedores e patrocinadores.

CC: Você jogou por alguns anos na França, no Le Mans. Como era o sindicato de jogadores na França?

PA: Na França, a luta de classes é fundamental. O sindicato dos atletas é muito forte, tem representatividade, tem um atleta por clube como representante. Tudo o que é decidido pela entidade tem de ser passado aos atletas e o que acontece dentro do grupo é levado a ela. No final de 2007, o sindicato foi ao clube e explicou que os grandes clubes franceses queriam acabar com a parada de Natal e Ano-Novo, como ocorre na Inglaterra. Por ser um período fértil de compras e festividades, eles enchem o estádio e vendem o futebol deles para o mundo inteiro, o que aumenta a receita dos clubes ingleses. A entidade então perguntou qual era nossa posição e fizeram uma votação. Após ouvir todos os jogadores de todas as séries, chegou-se ao consenso de que 75% queriam manter as férias de Natal e Ano-Novo. E fomos respeitados. No Brasil, talvez daqui a uns cem anos a gente consiga ver algo do tipo.

CC: Quanto ao “fair play financeiro”, qual você acha que deve ser o modelo adotado no Brasil? É preciso zerar a dívida dos clubes?

PA: A única forma de saldar as dívidas é criar o “marco zero”. Agora, não acho justo que deixemos 4 bilhões de reais de dívida para trás. O dinheiro existia, alguém fez besteira com ele. E a sociedade paga a conta? A anistia, graça a Deus, o governo cancelou. Outra opção, a contrapartida para esporte olímpico, apesar de eu adorar todas as modalidades, não resolveria. Pagamento da dívida sim, agora, como pagá-la, como criar esse marco zero, esse é o xis da questão.

CC: Como você avalia a reunião com a CBF na última segunda-feira 28?

PA: A gente comemora a pré-temporada (com duração de 11 dias, apesar da proposta original de 30 dias) e as férias. Essas mudanças só aconteceram devido ao Bom Senso. Mas a gente lamenta que as reformas importantes e estruturais não tenham começado ainda. A discussão que tivemos foi decepcionante, pois realmente não enxergaram a importância das nossas reivindicações. Por isso, precisamos continuar com o movimento, apontando direções, levantando a bola, para que os clubes, as federações e a CBF, que estavam engessados, possam começar a se movimentar e tomar as atitudes devidas.

CC: Caso a CBF não ceda às reinvindicações em 2015, qual você acha que deve ser a postura do Bom Senso? Greves podem ocorrer?

PA: O Bom Senso busca o bom senso. É diálogo, é conversa, é sugestão. Tivemos reuniões, conseguimos dois pontos que não são irrisórios, mas são paliativos. Não houve melhorias para os clubes pequenos e seus atletas. Se no diálogo não for possível,  reivindicações e manifestações mais fortes serão necessárias. Como reunimos mais de mil atletas que acreditam na causa, e temos o apoio da opinião pública, vamos continuar.

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17 Responses to “Paulo André: “As manifestações de junho nos deram coragem””

  1. Fielzão 2013 Says:

    Parabéns, Paulo André! Um movimento como este só poderia nascer no Timão.

  2. M. Vianna Says:

    E quanto aos jogadores, vestirem a camisa de seus clubes, com garra, responsabilidade e respeito às torcidas ? Não vamos falar nada ? Quando um clube como o Corinthians, que paga salários altíssimos e, apesar de ter sido campeão paulista e da recopa, encontra-se em uma situação vexatória no Brasileirão. não vamos falar nada ? Não seria o caso de haver bom senso também nesse caso. Já que os objetivos não estão sendo atingidos, que tal abrir mão de parte dos salários, como forma de compensar o clube. Vejam que times com jogadores de menor expressão e com salários muito menores, estão em situação muito melhor. Não seria falta de comprometimento com o clube e principalmente com a torcida que, em última análise, é quem paga os salários ?
    E a questão do país, um grupo que tem voz, junto à imprensa, já que resolveu lutar por mudanças, não deveria demonstrar mais cidadania e iniciar uma campanha pela moralização do país como um todo ? Não deveria conclamar o povo revoltar-se (no bom sentido) com os desmandos que assistimos em nosso país ? Não deveriam exigir, por quem não tem voz, mais segurança, justiça (que funcione), reforma do código penal, reforma no sitema prisional, reforma partidária, mudanças na lei eleitoral,saúde, educação, habitação, transportes de qualidade a preços compatíveis com a renda (ridícula) do povo trabalhador ?
    Talvez, se essa atitude cidadã, fosse tomada pelos atletas, a sociedade veria com bons olhos a sua luta individual e não ficaria tão perplexa com os salários tão fora da realidade do país, que eles recebem.
    Acordem prá vida, Paulo André e integrantes do Bom Senso. Tenham Bom Senso, antes de exigir bom senso.

  3. Marco_Palmeirense Says:

    O PENSADOR COLETIVO

    Você sabe o que é MAV? Inventada no 4º Congresso do PT, em 2011, a sigla significa Militância em Ambientes Virtuais. São núcleos de militantes treinados para operar na internet, em publicações e redes sociais, segundo orientações partidárias. A ordem é fabricar correntes volumosas de opinião articuladas em torno dos assuntos do momento. Um centro político define pautas, escolhe alvos e escreve uma coleção de frases básicas. Os militantes as difundem, com variações pequenas, multiplicando suas vozes pela produção em massa de pseudônimos. No fim do arco-íris, um Pensador Coletivo fala a mesma coisa em todos os lugares, fazendo-se passar por multidões de indivíduos anônimos. Você pode não saber o que é MAV, mas ele conversa com você todos os dias.

    O Pensador Coletivo se preocupa imensamente com a crítica ao governo. Os sistemas políticos pluralistas estão sustentados pelo elogio da dissonância: a crítica é benéfica para o governo porque descortina problemas que não seriam enxergados num regime monolítico. O Pensador Coletivo não concorda com esse princípio democrático: seu imperativo é rebater a crítica imediatamente, evitando que o vírus da dúvida se espalhe pelo tecido social. Uma tática preferencial é acusar o crítico de estar a serviço de interesses de malévolos terceiros: um partido adversário, “a mídia”, “a burguesia”, os EUA ou tudo isso junto. É que, por sua própria natureza, o Pensador Coletivo não crê na hipótese de existência da opinião individual.

    O Pensador Coletivo abomina argumentos específicos. Seu centro político não tem tempo para refletir sobre textos críticos e formular réplicas substanciais. Os militantes difusores não têm a sofisticação intelectual indispensável para refrasear sentenças complexas. Você está diante do Pensador Coletivo quando se depara com fórmulas genéricas exibidas como refutações de argumentos específicos. O uso dos termos “elitista”, “preconceituoso” e “privatizante”, assim como suas variantes, é um forte indício de que seu interlocutor não é um indivíduo, mas o Pensador Coletivo.

    O Pensador Coletivo interpreta o debate público como uma guerra. “A guerra de guerrilha na internet é a informação e a contrainformação”, explica o deputado André Vargas, um chefe do MAV. No seu mundo ideal, os dissidentes seriam enxotados da praça pública. Como, no mundo real, eles circulam por aí, a alternativa é pregar-lhes o rótulo de “inimigos do povo”. Você provavelmente conversa com o Pensador Coletivo quando, no lugar de uma resposta argumentada, encontra qualificativos desairosos dirigidos contra o autor de uma crítica cujo conteúdo é ignorado. “Direitista”, “reacionário” e “racista” são as ofensas do manual, mas existem outras. Um expediente comum é adicionar ao impropério a acusação de que o crítico “dissemina o ódio”.

    O Pensador Coletivo é uma máquina política regida pela lógica da eficiência, não pela ética do intercâmbio de ideias. Por isso, ele nunca se deixa intimidar pela exigência de consistência argumentativa. Suzana Singer seguiu a cartilha do Pensador Coletivo ao rotular o colunista Reinaldo Azevedo como um “rottweiler feroz” para, na sequência, solicitar candidamente um “bom nível de conversa”. Nesse passo, trocou a função de ombudsman da Folha pela de Censora de Opinião. Contudo, ela não pertence ao MAV. Os procedimentos do Pensador Coletivo estão disponíveis nas latas de lixo de nossa vida pública: mimetizá-los é, apenas, uma questão de gosto.

    Existem similares ao MAV em outros partidos? O conceito do Pensador Coletivo ajusta-se melhor às correntes políticas que se acreditam possuidoras da chave da porta do Futuro. Mas, na era da internet, e na hora de uma campanha eleitoral, o invento será copiado. Pense nisso pelo lado bom: identificar robôs de opinião é um joguinho que tem a sua graça.

    Demétrio Magnoli, doutor em geografia humana, é especialista em política internacional. Escreveu, entre outros livros, “Gota de Sangue – História do Pensamento Racial” (ed. Contexto) e “O Leviatã Desafiado” (ed. Record). Escreve aos sábados.

    Crédito: Folha de SP : http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2013/11/1365958-o-pensador-coletivo.shtml

    Aqui no Blog esta cheio de MAV – robozinhos doutrinados, que todo mundo já quem são. Pode esperar que eles vão aparecer para sempre como serviçais do PT.

  4. Marco_Palmeirense Says:

    https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/1394295_10200198971377564_564990299_n.jpg

  5. Marco_Palmeirense Says:

    Feliz dia dos Finados

    https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/1394295_10200198971377564_564990299_n.jpg

  6. Guilherme Says:

    Excelente artigo da Carta Capital, Paulinho. Melhor ainda você republicar o mesmo. Afinal sem os atletas não há espetáculo. Vamos torcer para que o bom senso vença. Grande abraço.

    Gui
    —-
    https://www.facebook.com/BambiTricolor
    —-
    PAIXÃO pelo futebol, amor ao clube e até rivalidade entre adversários não tem nada a ver com homofobia. Se, até agora, Bambi foi um apelido usado para discriminar, por que não adotá-lo com orgulho e desarmar o preconceito? Pelo SPFC livre.
    —-
    PÁGINA feita por são-paulinos muito orgulhosos de seu clube, de sua história e dispostos a desarmar o preconceito. É uma honra ser a torcida Bambi! Vamo São Paulo! Viva a diversidade!
    —-
    TWITTER: @Bambi_Tricolor
    CONTATO: torcidabambi@gmail.com

  7. Gorgonzola Says:

    se o blogueiro tivesse apenas uma pitadinha da coragem do Paulo Andre já seria muito bom

  8. Fred - Corinthians Gaivotas Fiéis. A unica torcida Gay do Brasil. Biro-Biro assumiu e é sócio das Gaivotas Says:

    “Fielzão 2013 Disse:
    novembro 2, 2013 às 11:40 am

    Parabéns, Paulo André! Um movimento como este só poderia nascer no Timão”

    ENGRAÇADAS AS BIXAS BEIJOQUEIRAS. QDO O SHEIK BEIJOU O BARBADO NA BOCA, TODAS CORRERAM E FALARAM Q ELE VEIO DA BASE DO SPFC

    AGORA O PAULO ANDRE, Q REALMENTE FEZ ALGO DE BOM E ESTÁ LIDERANDO UM MOVIMENTO INTERESANTE, AS MENINAS SE ESQUECEM Q O MESMO COMEÇOU NA BASE TRICOLOR TB.

    VAI ENTENDER AS MENINAS BIPOLARES

  9. Sid Rock Says:

    – eu queria saber deles Paulinho se o salário vai ser reduzido junto com os jogos,vai? Alguns alegam q isso eh bom p futebol e o jogador mas q isso tem a ver? Se vai ajudar o torcedor eh baixando os preços dos ingressos! Brasileiro será burro se concordar com isso o q tem q acabar é com salarios altos e a manupulação dos empresários graças a tal Lei Pelé…

  10. aldo londres Says:

    Paulo André: Xarope e oportunista

  11. sergio Says:

    Muito bom esse Paulo André.São raros os jogadores com uma cabeça boa como essa.Queria ver ele falando a respeito da pretensa espanholização de nosso futebol,com a Globo impondo apenas dois times na grade(Corinthians e Flamengo),e prejudicando aos outros.Santos e Palmeiras já encontram dificuldades em obterem patrocínio master para eles.Até quando?E a nova proposta para renovação,aumenta ainda mais o fosso…

  12. GERALDÃO DA VILA Says:

    Não acredito nesse Paulo André………Ele està querendo algum cargo político……Será candidato nas próximas ELEIÇŌES…………quem viver verá.

  13. Mota Says:

    Gosto do Paulo André como jogador e como cidadão. Se tem objetivos políticos, tem todo o diretor e condições de fazer um bom trabalho.
    Com certeza tem preparo e faria melhor que o Wadi Mutreta por exemplo, que só se alia a bandido e coloca na prefeitura que não trabalha.

  14. JOSÉ ALVES - DRACENA Says:

    Deslumbrado, abandonou o clube.

  15. MOSQUETEIRO Says:

    Nas Materias sobre o Corinthians a gente só constata a inveja desses ANTI’S, a nossa grandeza causa muita dor de cotovelo, ki dó, ki dó das formiguinhas, como diz o nosso amiguinho Mané da Carne kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  16. JOSÉ ALVES - DRACENA Says:

    Solução : Diminuir o número de jogos pela metade, a tv globo diminui a verba dos clubes pela metade, os salários dos jogadores e principalmente dos treinadores serão reduzidos pela metade, e o futebol a ser apresentado terá que ter o dobro de qualidade.

  17. carlos sp Says:

    Pior é ter torcedor cujo idolo é o mané da carne…aliás está fazendo escola entre as gayvotas

    que lixo

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