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Odebrecht está construindo “Fielzão” com restos do Parque Antártica

Passou quase despercebido, ontem, comentário de um dos entrevistados, em matéria do Jornal Nacional, da Rede Globo, Pierre Ziade, sócio-diretor da Eco-X Unisina de Entulho, recicladora de materiais de construção, afirmando que sua empresa recebia o lixo das demolições do Parque Antártica, reciclava, e depois vendia a Odebrecht para que fossem utilizados na construção do “Fielzão”.

Ou seja, de maneira até compreensível, a construtora, que gastou sozinha quase R$ 1 bilhão para levantar um estádio particular, sem a menor perspectiva real de recebimento, partiu para a contenção de despesas, comprando material bem mais barato do que se fizesse uso de produtos mais qualificados.

É enganoso, portanto, o discurso de que o “Fielzão” foi construído com o máximo de modernidade existente no mundo da construção.

Pelo contrário, exerceu-se, sim, a política da pechincha e do menor prejuízo para a empresa responsável pelo empreendimento.

A grande ironia é, sem dúvida,  que detrás do acabamento de mármore, e outras belezas visuais do estádio, esconde-se um pouquinho de Palmeiras.

Mais precisamente do material que o clube, arquirrival do Timão, dispensou em suas lixeiras, reaproveitado e vendido como novo aos dirigentes alvinegros.

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