Sem alternativa, Odebrecht adia prazo para Corinthians pagar R$ 400 milhões, mais uma vez
Agora com a promessa de naming-rights “quase fechado”, não mais a habitual, do dinheiro do BNDES, o Corinthians, novamente, conseguiu adiar, em mais um mês, a data limite para quitar a pendência dos emprestimos pontes realizados pela ODEBRECHT, que já ultrapassam, entre valor principal, juros e multas, os R$ 400 milhões.
No geral, a construtora já gastou mais de R$ 1 bilhão na construção do “Fielzão”.
Até o momento, nenhum dos planos “infalíveis” dos dirigentes corinthianos serviram sequer para amenizar um centavo investido nas obras.
BNDES, tudo indica, subiu no telhado, CIDs da Prefeitura estão “sub judice” e os citados naming rights, com centenas de empresas candidatas, parecem mais obra de ficção.
Somente o tempo dirá que mágica foi ou está sendo realizada para que um empresa do porte da Odebrecht gaste do próprio bolso para erguer uma obra privada, e bilionária, sem a menor perspectiva de ressarcimento.

