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Dr. Jorge “totó” Kalil, a maior “prostituta” política do Corinthians

kalil andres

Relendo as Atas de Reuniões anteriores do Corinthians, uma a uma, é possível perceber o grau de “prostituição” política de muitos conselheiros, alguns deles ocupando cargos importantes no clube.

Com todo respeito à primeira das profissões, o termo acima, antes que “indignados” partam para a distorção, significa falta absoluta de coerência nos discursos e nas escolhas, que podem ser motivadas por covardia, interesse em permanecer sempre próximo ao poder ou até mesmo razões outras, inconfessáveis.

Um dos documentos mais interessantes relata a última reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians, em 2006, no mês de dezembro.

Material absolutamente revelador.

Nos próximos dias traremos a conhecimento público discursos e analises do que pensavam e diziam, à época, muitos dos que hoje ocupam cadeiras de poder no Parque São Jorge.

Porém, pouco se “prostituiram” tanto politicamente como o Dr. Jorge Kalil, vulgo “totó”, atual vice-presidente do CORI, um dos órgãos mais importantes do clube.

Kalil, que se assumiu “laranja” de Carla Dualib, neta do ex-presidente à época, em escutas da PF, sempre foi opositor ferrenho do grupo de Andres Sanches, a quem tratava como “baixo clero”, situação que se manteve após a queda de Dualib, em que o doutor, acreditando na possibilidade de assumir o poder no grupo oposicionista, os tratava, até com certa razão, como bandidos.

Porém, após duas eleições fora do poder, a “postura” de Kalil, tão elástica quanto um hímem complacente, se alterou, juntando-se aos que combatia, e, como indica seu apelido, lambendo as mãos que sempre julgou “sujas de lama.”

Como comprovam suas palavras, retiradas da reunião realizada em dezembro de 2006, acusando os então oposicionistas Andres Sanches, Gobbi e demais “companheiros”, de incitar as torcidas “organizadas” em manifestações no estádio, contra Dualib e Nesi Curi,  que, segundo Kalil, foram “ofendidos, atacados e linchados moralmente de maneira injusta…”.

Vale lembrar que os acusados por Dr. “totó”, em 2006, e também nos anos subsequentes,  são hoje, por ele reverenciados, e lhe proporcionaram a atual colocação, no CORI.

E Dualib, a quem defendeu, e por quem também se “alaranjou”, foi o mesmo que, tempos depois, Kalil pediu para que se expulsasse do Parque São Jorge.

No último domingo, no “Fielzão”, em nova mudança de “postura”, Kalil beijou as mãos de Dualib, chorando e pedindo perdão, ao lado dos atuais gestores do Corinthians, a quem atacava anteriormente.

TRECHO DE DISCURSO DE JORGE “totó” KALIL, EM REUNIÃO DO CD, NO ANO DE 2006

Impressão

“Serei muito breve, quero apenas registrar o meu protesto, a minha indignação com aquilo que se viu ontem no Pacaembu.

Oxalá, tenha sido um protesto pacífico, tenha sido um protesto questionável.

Eu não posso aceitar, admitir que as pessoas Alberto Dualib, Nesi Curi, sejam ofendidos, sejam atacados, linchados moralmente de uma maneira injusta.

Quero aqui protestar mais uma vez que aquela maneira de protesto, não é leal, não é construtiva, e, quero ter convicção de que alguns grupos deste Conselho não tenha participado daquela manifestação.

A oposição é inerente a qualquer regime democrático.

A oposição é necessária à democracia, porém, a oposição deve ser construtiva, não deve ser destrutiva.

(Nesse momento houve manifestação no plenário de Conselheiros ligados à Oposição, Andres Sanches, Mario Gobbi e Elie Werdoo (…)”)

kalil 1

kalil 2

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