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Senado aprova “Lei RICO” do esporte

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Após intenso, abnegado e competente trabalho da Organização “Atletas do Brasil”, que tem como comandante a sempre combativa Ana Moser, enfim o Senado Brasileiro aprovou a Medida Provisória 620, que altera a parte “estuprada” da Lei Pelé.

Uma espécie de “Lei RICO” do esporte, que, em breve deverá receber a sanção da presidente Dilma Rousseff, que já deu sinais de aprová-la.

A lei RICO original surgiu nos Estados Unidos, nos anos 70, como “Racketeer Influenced and Corrupt Organizations – RICO – Act”, em tradução para o português: “Lei de Combate a Organizações Corruptas e Influenciadas pelo Crime Organizado”, que, convenhamos, atende bem ao que se tenta combater, há anos, nos bastidores esportivos.

Embora, em licença criativa, mas não desprovida de base, poderia ser apelidada também de “Lei RICO Terra”, em homenagem ao ex-presidente da CBF, que foi flagrado recebendo propina, recentemente pela Justiça da Suiça, além de ter participado doutros feitos, de nobreza semelhante, seja no Brasil ou até em Andorra.

As mudanças mais importantes são:

– Dirigentes poderão ser reeleitos apenas uma vez

– Os mandatos poderão ter, no máximo, quatro anos

– Cônjuges ou parentes até 2º grau não poderão suceder dirigentes

– As entidades terão de garantir transparência em suas administrações e contratos

Na prática, todas as entidades esportivas que recebam ajuda do Governo, direta ou indiretamente serão afetadas.

COB, CBF, etc

Embora a Casa Bandida de Futebol, em leitura distorcida do texto, acredite não figurar entre os que devem se submeter às novas regras.

Não só fará parte, como deverá, nos anos que estão por vir, assistir a mudança de ares nos bastidores fétidos de seus porões, com a possibilidade de jogadores também exercerem direito de voto em suas federações, dificultando, e muito, os conchavos e acertos obscuros, hoje regra entre dirigentes.

Abaixo relação dos membros da ATLETAS DO BRASIL, que, mesmo fora das quadras e estádios, fizeram história mais uma vez

Ana Moser, Ana Mota, André Domingos, André Veras, Bernardinho, Branca, Cafu, Carmem de Oliveira, Cesar Castro, Claudia Chabalgoity, Clodoaldo, Daniel Alves, Deco, Dunga, Edmilson, Edu Gaspar, Fernanda Keller, Fernando Meligeni, Fernando Scherer, Flávio Canto, Giovane Gávio, Gustavo Borges, Henrique Guimarães, Hortência, Ida, Joaquim Cruz, Jorginho, José Montanaro, Kaká, Kelly Santos, Lars Grael, Leandro Guilheiro, Leonardo, Luciano Correa, Luísa Parente, Magic Paula, Marcelo Elgarten, Mariana Ohata, Mauricio Lima, Mauro Silva, Neco, Oscar Schmidt, Patrícia Medrado, Paulo André, Pipoka, Raí Oliveira, Ricarda Lima, Ricardo Gomes, Ricardo Vidal, Roberto Lazzarini, Robson Caetano, Rogério Ceni, Rogério Sampaio, Roseane Santos, Rubinho Barrichello, Rui Campos, Torben Grael, Vanessa Menga, William Machado e Zetti.

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6 comentários sobre “Senado aprova “Lei RICO” do esporte

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Edu Gaspar nessa lista???

    Que piada de mal gosto!!!

    O cara do superfaturamento de pisos do “CT” curicano…..

  2. “Edu Gaspar”, “Kaká”, um santo e um omisso de Deus que nem devem saber que seus nomes tão aí..e “Rogéria enCena” vai querer ser presidente disso aí

  3. Deixe de ser otimista. O que a lei diz é que apenas para os orgãos que seguirem estas diretirzes haverá isenção fiscal nos recursos. Não seria novidade que os sujeitos da CBF e cia abram mão desta isenção para continuarem com a mamata.

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