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Corinthians dá “golpe” do Fiador comprado para tentar receber dinheiro do BNDES

Gobbi e Sanches discutem e por pouco não falam as verdades

Na última reunião da empresa ARENA ITAQUERA S/A, realizada no dia 30 de julho, foi decidido muito mais do que apenas adiar o prazo de pagamento do Corinthians aos empréstimos de R$ 400 milhões, tomados pela ODEBRECHT junto aos bancos Santander e Banco do Brasil, para o próximo dia 26 de setembro.

Em ação que pode ser comparada às dos “‘picaretas” mais ralés, os “gestores” do “Fielzão” acordaram pagar uma mensalidade a uma das empresas da ODEBRECHT, a OPI – Odebrecht Participações e Investimentos, para que a própria ofereça seus bens em garantia ao empréstimo de R$ 400 milhões que o Corinthians tenta, há anos, tomar do BNDES.

Puro golpe.

É como se o leitor desse espaço não tivesse como comprovar renda para alugar um imóvel ou tomar empréstimo bancário, nem quem, de maneira lícita, afiance seus negócios, e decidisse, então, comprar um “Fiador Profissional” no intuito de atingir, a todo custo, seus objetivos.

A OPI, convenientemente, apesar do nome e da evidente ligação com a construtora, não tem Emilio Odebrecht como um de seus proprietários, oficialmente, no papel.

Fica nítido que a ODEBRECHT age de maneira temerária no intuito de tentar amenizar o prejuízo, já que, até o momento, pagou a conta sozinha de um empreendimento de custo final que certamente superará R$ 1 bilhão.

Enquanto isso, o Corinthians, golpe a parte, encarece ainda mais o custo do estádio para os cofres do clube, com o pagamento da referida mensalidade ao “fiador” arranjado.

Pesquisando sobre o assunto, encontramos uma declaração interessante da Dra. Carmem Muradas, diretora da ABANMI – Associação Brasileira dos Advogados do Mercado Imobiliário, à FOLHA, que define bem o nível de picaretagem da operação:

“(…) a fiança profissional, por si só, não é crime. Mas é imoral e abre fortes precedentes para a prática criminosa.”

Certo é que após descobrir que um pleiteante de empréstimo, ou de locação, está se utilizando de subterfúgios que ferem a regra do negócio, entre eles a compra de fiadores, tanto imobiliárias, quanto instituições bancárias, sejam elas quais forem, não aceitam continuar a negociação.

Resta saber agora, com a imoralidade escancarada, como agirão os homens do BNDES na referida questão, já que, por parte do Corinthians, nem o constrangimento do presidente do clube ser um delegado de polícia, portanto, conhecedor de leis e procedimentos incorretos, impediu a vergonhosa operação.

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