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Arenas novas, mentalidade antiga, negócio da China

Nem chegamos ainda à Copa do Mundo de 2014 e já se pode constatar o crime de lesa pátria realizado nas modernas (?) arenas recém construídas, muitas delas com dinheiro público.

E não se trata de falar do óbvio superfaturamento, mais escancarado do que calcinha de destaque em escola de samba.

Os novos estádios brasileiros são como as réplicas de celulares enviados ao Brasil pelo mercado chinês.

Lindos, plastificados, porém não duram mais dos que alguns meses.

A razão, tanto para a pouca durabilidade dos referidos celulares, quanto das Arenas brasileiras é a mesma: utilização de material vagabundo.

No caso dos celulares, aos menos, o valor de compra é condizente com a porcaria vendida, ou seja, bem abaixo do praticado no mercado, porém, a situação dos estádio é bem diferente.

Lixo por preço de Ouro, assim como eram vendidas as ações das empresas “X”, do “Forrest Gump”, ex-empresário “importante”, Eike Batista.

Gramados indignos de servirem como pastos, cadeiras que se quebram à menor trepidação, banheiros que não funcionam adequadamente, acabamentos trincados ou totalmente quebrados com pouquíssimo tempo de utilização, entre outros incontáveis problemas.

Além disso, para finalizar, continua-se com a triste cultura de separar torcedores e equipes rivais como se fossem gados, cada um no seu cercado, facilitando a formação de facções organizadas.

Um desrespeito ao Estatuto do Torcedor, àqueles que deveriam ter o direito de escolher em que local do campo preferem sentar.

Ontem, por exemplo, na Fonte Nova, a imagem mostrava torcedores do Corinthians espremidos na área determinada pelos organizadores do evento, muitos deles, em plena modernidade de estádio, fora das cadeiras, obrigados a se sentar nas escadas de cimento, como ocorria no passado.

É a cultura da incultura, que impede a civilidade, junto com a do “toma-lá-dá-cá”, que certamente condenarão as “moderníssimas” arenas chinesas do Brasil a serem reformadas em curto espaço de tempo, formando assim novo meio de sustento para a ladroagem habitual.

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