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Juvenal Juvêncio enfrenta dilema após demissão de Ney Franco

A queda de Ney Franco, que ainda não é treinador a altura de um grande clube como o São Paulo, deveria ter sido realizada antes, quando era claro sua maneira inadequada de tratar com o atual elenco Tricolor.

Agora, com o incêndio em andamento, procura-se um bombeiro que seja capaz de reorganizar a casa e dar padrão a um amontoado de jogadores, alguns até de qualidade, que claramente sentiam-se incomodados com o treinador anterior.

Juvenal Juvêncio enfrenta, desde alguns dias atrás, um dilema na escolha do nome a ser contratado.

Por sua decisão, Muricy Ramalho já estaria sentado no banco Tricolor, porém, se assim o fizer, contrariará aquele que surge, por enquanto, como nome a sucede-lo politicamente na Presidência, o vulgo Leco.

O citado dirigente odeia Muricy Ramalho, chegando até a utilizar a imprensa para combate-lo no período em que era treinador do Tricolor.

A recíproca, embora jamais admitida, é verdadeira.

Para agradar esse grupo, Juvenal teria que contratar Paulo Autuori, de quem o presidente Tricolor gosta, mas sem a mesma empolgação.

Outro nome citado é o de Dorival Junior, que agradaria alguns jogadores, mas tem como marca armar bem as equipes ofensivamente, mas pecar demais na montagem defensiva, sofrendo, por vezes, goleadas históricas.

É, sem dúvida, mais fraco do que o antecessor.

A única certeza é a não contratação de V(W)anderlei(y) Luxemburgo, rejeitado por 90% da diretoria, e 100% dos atletas, que não querem dividir salário, todos conhecedores de seus “esquemas” e “pojetos”.

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