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Barcelona supera contusão de Messi e erro da arbitragem no empate com o PSG

O Barcelona, mesmo prejudicado pela arbitragem, superou a contusão de seu principal craque, Lionel Messi, conseguindo bom resultado, ao empatar com o Paris Saint Germain, na França, em dois a dois.

Daniel Alves, com grande atuação, foi o melhor jogador da equipe catalã.

Tivemos uma primeira etapa muito bem disputada, até difícil para o Barça, que encontrava muitas dificuldades em penetrar na ótima defesa parisiense.

O Paris, vez por outra, incomodava nos contra-ataques, sendo até mais perigoso do que o adversário.

Poderia ter aberto o placar logo aos 4 minutos, quando Lavezzi dominou dentro da área, Busquets tentou cortar e quase marcou contra, com a bola beijando a trave direita.

Dez minutos depois foi a vez de Pastor, noutro contra-ataque parisiense, exigir boa defesa de Valdes.

O Barcelona, como de costume, dominava a posse de bola, mas não conseguia bater a gol.

Coube a Iniesta, aos 16 minutos, arriscar o primeiro chute catalão, que passou perto do ângulo esquerdo.

Ibrahimovi, de falta, levou perigo, aos 16 minutos.

Xavi arriscou, aos 22 minutos, para boa defesa do goleiro.

E o Barça parecia ter, enfim, encontrado o caminho.

Lucas, que jogou grande primeira etapa, aos 25 minutos, passou por dois jogadores na corrida e serviu Ibrahmovic, que bateu cruzado para fora.

O tempo passava e Lionel Messi pouco tinha realizado, até que, aos 37 minutos, o argentino recebeu passe espetacular, de três dedos, do brasileiro Daniel Alves, e bateu cruzado, de primeira, inapelável.

Com o placar na frente, o Barcelona passou a tocar ainda mais a bola, administrando os minutos finais da primeira etapa, porém assustado com uma possível lesão muscular de Messi, que, de fato, não retornou para o segundo tempo.

Fabregas entrou no lugar do argentino, para a alegria dos franceses, e a grande dúvida era saber como se comportariam os espanhóis sem seu principal jogador.

Empolgado, e necessitado, o PSG iniciou a etapa final na pressão ofensiva, mas o Barça, mesmo sem Messi, conseguiu manter os nervos no lugar e, passados 10 minutos, novamente tocava bola no ataque.

Aos 19 minutos, em jogada invertida da direita para a esquerda, Alexis Sanches bateu de primeira, mas o goleiro defendeu.

O Barcelona dominava amplamente, sem muito esforço, enquanto o Paris demonstrava algum abatimento.

Lucas, por exemplo, e Ibrahimovic, que estavam bem no primeiro tempo, quase não pegaram na bola no segundo.

Daniel Alves, com ótimo desempenho durante todo o tempo, aos 23 minutos, obrigou o goleiro a se desdobrar em batida de falta.

Em nova batida de falta, aos 28 minutos, desta vez de Xavi, a bola resvalou na zaga e passou raspando o travessão.

No desespero, o Paris foi com tudo para o ataque, quando faltavam apenas quinze minutos.

Aos 32 minutos, Ibrahimovic recebeu a bola na cara de Valdes, que fechou o ângulo e fez boa defesa.

Dois minutos depois, o próprio Ibra, em posição claríssima de impedimento, pegou rebote de cabeçada na trave de Alex, e empatou.

O Barcelona não se abalou e, aos 43 minutos, Alexis Sanches foi lançado pela esquerda, driblou o goleiro e foi derrubado.

Pênalti.

Com enorme categoria, um minuto depois, Xavi desempatou.

Quando tudo indicava a vitória espanhola, Matuidi arriscou da entrada da área, a bola desviou na zaga, enganando o goleiro Valdes.

Dois a dois.

No final ficou a certeza de que, com ou sem Messi, o Barcelona ainda é melhor time do que o PSG, e dificilmente será eliminado no jogo de volta, em que, tudo indica, deverá até ampliar a vantagem conseguida pelos dois gols marcados fora de casa.

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