Corinthians cobra na Justiça calote de R$ 1,3 milhão que dizia “já estar acertado”
Na última quinta-feira (21), o Corinthians ingressou com ação de cobrança contra a empresa Apito União Promocional Ltda – ME.
Requer o pagamento de R$ 1,3 milhão.
Processo que desmente a afirmação do presidente Mario Gobbi de que “tudo já havia sido acertado”, segundo o próprio, com o parcelamento da pendência.
Um prejuízo ocasionado pela incompetência da atual gestão, que fechou acordo com empresa sem nome, endereço ou clientes de referência.
Pior, utilizou o local mais nobre, a camisa do Corinthians, para expor a marca de uma “arara” evidente, feita apenas para tomar o dinheiro de incautos consumidores.
E foi assim que aconteceu.
Quem comprou, dançou, e nada recebeu.
Alguns cobram o próprio Corinthians, além dos parceiros, em ações judiciais que certamente prejudicarão ainda mais não apenas os cofres do clube, mas também sua imagem.
Estranha-me o atual vice-presidente, Luis Paulo Rosenberg, responsável pelo negócio, à época, não estar sendo ao menos questionado pelo Corinthians, já que, comprovadamente, gente ligada à sua empresa particular fez parte da operação.
Sem contar um conselheiro do clube, o ex-jogador Neto, que acompanhado por semelhante da imprensa fez propaganda do empreendimento e, diferentemente do Corinthians, não se tem notícia de que tenha recebido calote.
Vale lembrar que é proibido pelo Estatuto alvinegro que diretores e conselheiros ganhem dinheiro utilizando-se do nome do Corinthians.

