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Conselho do Corinthians, dividido, se reúne para ratificar ou extirpar a ditadura

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A vida política do Corinthians será marcada por uma importante reunião do Conselho Deliberativo, logo mais, à noite.

Nela será decidida se o próximo presidente exercerá o cargo de maneira democrática, ou seja, com opositores no Conselho, ou se manterá o atual sistema, o do “beija-mão”.

Pelas regras atuais, num universo de pouco mais de 300 conselheiros, duzentos deles, indicados pelo vencedor da eleição à presidência, entram por intermédio de “chapão”, mesmo que não possuam expressividade para tal, com o único intuito de aprovar as decisões oriundas do poder.

É o que quer manter, por exemplo, o grupo capitaneado pelo ex-presidente Andres Sanches, e sua turma, a do “apelido”.

Uma espécie de represaria a veto de nova candidatura de Sanches, que foi tentada, meses atrás, noutra sugestão de alteração do Estatuto.

Gobbi e seu grupo, que já votou com Andres, os “corinthianos obsessivos”, para se manterem no poder, romperam com os “apelidados” e hoje serão adversários no Conselho.

Alheia à briga dos grupos situacionistas, a oposição do Corinthians ainda não se pronunciou a respeito da votação, devendo fazê-lo na hora da reunião.

Espera-se apenas que o conselheiro Jorge Kalil, do grupo que ocupa o poder, seja ele qual for, segure seus instintos e não inicie e reunião pedindo homenagens a seu ex-lider, Boris Berezovsky.

No mais, fica difícil prever o resultado num meio em que a grande maioria dos conselheiros, eleito com a atual gestão, pensa mais no próprio umbigo do que no bem de toda uma coletividade.

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